“Fazei do novo milênio uma era de homens santos”. Essas palavras de João Paulo II foram o tema da primeira peregrinação dos integrantes da Fundação Obra do Novo Milênio, da Conferência Episcopal Polonesa.
A peregrinação aconteceu em Czestochowa e Jasna Gória, na Polônia, de 19 a 22 de julho, com participação de cerca de 2.500 pessoas.
O encontro aconteceu por ocasião do décimo aniversário da Fundação, inspirada por João Paulo II para ajudar os jovens que não têm possibilidades financeiras nem econômicas de estudar.
“A Fundação Obra do Novo Milênio é um monumento vivo do pontificado de João Paulo II”, disse a ZENIT Jan Drob, presidente do conselho da Fundação.
Durante a peregrinação, os participantes participaram de uma missa na catedral da Sagrada Família, presidida pelo arcebispo metropolitano de Czestochowa, Dom Stanislaw Nowak.
Também celebraram outros encontros no Santuário Nacional da Virgem Negra em Jasna Gória e na igreja de Santo Adalberto, em Czestochowa.
Entre os organizadores da peregrinação se encontrava o semanário católico Niedziela. Seu chefe de redação, monsenhor Ireneusz Skubis, explicou: “participamos com alegria deste grande evento dedicado aos jovens e à memória de João Paulo II”.
“Devemos recordar as palavras do Servo de Deus João Paulo II, para quem os jovens são a esperança da Igreja e do mundo de hoje”, afirmou.
A Fundação Obra do Novo Milênio, da Conferência Episcopal Polonesa, nasceu no ano de 2000. Auxilia jovens no campo da educação. Até hoje, cerca de 2.500 estudantes já se beneficiaram da ajuda da Fundação em escolas primárias, institutos e universidades. Todos os anos, a Fundação organiza também o Dia do Papa, dedicado à figura e à vida de João Paulo II.
Fonte: Zenit.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Opção preferencial pelos pobres deve ser prioridade dos governos
As prioridades dos governos e suas instituições “devem ser definidas a partir das necessidades que se patenteiam no tecido da sociedade civil”; nesse sentido, a opção preferencial pelos pobres deve receber atenção determinante da comunidade política.
É o que afirma o arcebispo de Belo Horizonte (Brasil), Dom Walmor Oliveira de Azevedo, em artigo enviado a ZENIT na sexta-feira.
Segundo o arcebispo, a opção preferencial pelos pobres “não pode se dar apenas no âmbito das razões e práticas religiosas como o faz e se deixa permanentemente desafiar a Igreja Católica”.
“Esta opção preferencial pelos pobres tem que ser determinante no horizonte dos governos para definir suas prioridades.”
“Governos, com suas instâncias todas, servidores na sociedade civil têm a enorme tarefa de propor mudanças de estilos de vida que substituam aqueles contrários à natureza e à dignidade do ser humano como a cultura atual alimenta e se deixa fascinar por eles”, afirma.
Para Dom Walmor, “a idolatria do poder, da riqueza e do prazer efêmero precisam ter um forte contraponto na organização social como norma máxima de funcionamento, de tal maneira que nada esteja acima do valor da pessoa”.
Nessa direção – prossegue o arcebispo –, “a consideração dos pobres é determinante na definição de prioridades. Basta levar em conta a sua condição social - ferida que revela a desconsideração de sua dignidade, a falta de moradia, trabalho, oportunidades, educação, saúde”.
“A discussão dos programas de governo apresentados pelos candidatos deve merecer especial atenção de todos nas eleições deste ano”, indica.
Segundo o arcebispo, apesar do “desenvolvimento e aumento de riquezas na sociedade brasileira, a luta contra a pobreza permanece como um desafio”.
Os programas de governo devem ser capazes de enfrentar, “com inteligência e sensibilidade, problemas gravíssimos como o déficit habitacional, a real qualificação da educação, oferecendo oportunidades mais ampliadas, entre outros itens que favoreçam a mudança deste cenário vergonhoso desenhado pelas feições sociais da miséria”.
“A realidade cultural e as condições favoráveis da sociedade civil precisam contar com homens e mulheres que, na comunidade política, definam suas prioridades de governo a partir deste desafio que a condição dos mais pobres está exigindo e urgindo, para associá-los aos que gozam de condições adequadas à dignidade humana”, afirma o arcebispo.
Alexandre Ribeiro
É o que afirma o arcebispo de Belo Horizonte (Brasil), Dom Walmor Oliveira de Azevedo, em artigo enviado a ZENIT na sexta-feira.
Segundo o arcebispo, a opção preferencial pelos pobres “não pode se dar apenas no âmbito das razões e práticas religiosas como o faz e se deixa permanentemente desafiar a Igreja Católica”.
“Esta opção preferencial pelos pobres tem que ser determinante no horizonte dos governos para definir suas prioridades.”
“Governos, com suas instâncias todas, servidores na sociedade civil têm a enorme tarefa de propor mudanças de estilos de vida que substituam aqueles contrários à natureza e à dignidade do ser humano como a cultura atual alimenta e se deixa fascinar por eles”, afirma.
Para Dom Walmor, “a idolatria do poder, da riqueza e do prazer efêmero precisam ter um forte contraponto na organização social como norma máxima de funcionamento, de tal maneira que nada esteja acima do valor da pessoa”.
Nessa direção – prossegue o arcebispo –, “a consideração dos pobres é determinante na definição de prioridades. Basta levar em conta a sua condição social - ferida que revela a desconsideração de sua dignidade, a falta de moradia, trabalho, oportunidades, educação, saúde”.
“A discussão dos programas de governo apresentados pelos candidatos deve merecer especial atenção de todos nas eleições deste ano”, indica.
Segundo o arcebispo, apesar do “desenvolvimento e aumento de riquezas na sociedade brasileira, a luta contra a pobreza permanece como um desafio”.
Os programas de governo devem ser capazes de enfrentar, “com inteligência e sensibilidade, problemas gravíssimos como o déficit habitacional, a real qualificação da educação, oferecendo oportunidades mais ampliadas, entre outros itens que favoreçam a mudança deste cenário vergonhoso desenhado pelas feições sociais da miséria”.
“A realidade cultural e as condições favoráveis da sociedade civil precisam contar com homens e mulheres que, na comunidade política, definam suas prioridades de governo a partir deste desafio que a condição dos mais pobres está exigindo e urgindo, para associá-los aos que gozam de condições adequadas à dignidade humana”, afirma o arcebispo.
Alexandre Ribeiro
Terra Santa: aumenta número de peregrinos
Desde o começo de 2010, o número de peregrinos e turistas presentes na Terra Santa aumentou 30%, superando, assim, os 1.600.000 visitantes.
Assim confirmou o Pe. Pierbattisa Pizzaballa, custódio da Terra Santa, em diálogo com a Rádio Vaticano, atribuindo as causas deste fenômeno a "uma grande atividade por parte das conferências episcopais, das dioceses e dos párocos".
O sacerdote comentou que os peregrinos provêm especialmente dos Estados Unidos, Rússia, França, Grã-Bretanha, Alemanha e Itália.
Além disso, destacou o trabalho de promoção que muitos sacerdotes e religiosos fazem no lugar, assim como a a grande atividade por parte das autoridades governamentais e dos operadores para criar "pacotes" muito econômicos.
"Todos estes fatores juntos fizeram que voltasse a surgir o interesse pela Terra Santa, não somente por parte da Europa - e esta é uma novidade -, mas também da Ásia", afirmou o sacerdote.
Benefícios
Para o Pe. Pizzaballa, a volta dos peregrinos à Terra Santa "também traz muita serenidade às famílias que nos últimos anos sofreram a falta de peregrinos".
Uma volta que contribuiu igualmente para um renascer econômico nestas terras: "Há novos hotéis em construção. Tudo está em movimento", disse.
Situação em calma
O Pe. Pizzaballa explicou que, em matéria da situação de segurança no território, "não há violência nos territórios palestinos. Talvez se fale um pouco de Gaza, mas está muito longe, está fora do âmbito dos peregrinos".
Além disso, nesta região "não se percebe muito a tensão que permanece, especialmente no nível de incomunicabilidade entre as partes, e menos ainda nos territórios onde a situação não é tão problemática como há alguns anos".
O sacerdote destacou tamem o atual impacto midiático sobre a situação em Israel e Palestina nos últimos meses. "Fala-se menos da Terra Santa em referência às notícias negativas".
E assegurou que a melhoria da situação política, a qual "torna mais fácil e agradável o fluxo de peregrinos e turistas".
O Pe. Pizzaballa se referiu também à viagem do Papa Bento XVI à Terra Santa no ano passado, um fato que "deu uma visão positiva à Terra Santa". Ele afirmou que o Pontífice, em seus discursos, fez uma espécie de "apelo indireto, a todas as Igrejas do mundo, para que façam sua peregrinação à Terra Santa".
O presbítero compartilhou com a Rádio Vaticano uma reflexão sobre a paz neste território, a qual, segundo ele, "não passa somente pelos acordos dos grandes: passa, sobretudo, pelas realidades da vida no território".
"Quando as pessoas trabalham, quando as famílias vivem em uma condição de serenidade, cria-se este ambiente, esse humus, essa base que é necessária também para criar depois uma mentalidade e uma cultura de paz para o futuro", concluiu o sacerdote.
Fonte: Zenit.
Assim confirmou o Pe. Pierbattisa Pizzaballa, custódio da Terra Santa, em diálogo com a Rádio Vaticano, atribuindo as causas deste fenômeno a "uma grande atividade por parte das conferências episcopais, das dioceses e dos párocos".
O sacerdote comentou que os peregrinos provêm especialmente dos Estados Unidos, Rússia, França, Grã-Bretanha, Alemanha e Itália.
Além disso, destacou o trabalho de promoção que muitos sacerdotes e religiosos fazem no lugar, assim como a a grande atividade por parte das autoridades governamentais e dos operadores para criar "pacotes" muito econômicos.
"Todos estes fatores juntos fizeram que voltasse a surgir o interesse pela Terra Santa, não somente por parte da Europa - e esta é uma novidade -, mas também da Ásia", afirmou o sacerdote.
Benefícios
Para o Pe. Pizzaballa, a volta dos peregrinos à Terra Santa "também traz muita serenidade às famílias que nos últimos anos sofreram a falta de peregrinos".
Uma volta que contribuiu igualmente para um renascer econômico nestas terras: "Há novos hotéis em construção. Tudo está em movimento", disse.
Situação em calma
O Pe. Pizzaballa explicou que, em matéria da situação de segurança no território, "não há violência nos territórios palestinos. Talvez se fale um pouco de Gaza, mas está muito longe, está fora do âmbito dos peregrinos".
Além disso, nesta região "não se percebe muito a tensão que permanece, especialmente no nível de incomunicabilidade entre as partes, e menos ainda nos territórios onde a situação não é tão problemática como há alguns anos".
O sacerdote destacou tamem o atual impacto midiático sobre a situação em Israel e Palestina nos últimos meses. "Fala-se menos da Terra Santa em referência às notícias negativas".
E assegurou que a melhoria da situação política, a qual "torna mais fácil e agradável o fluxo de peregrinos e turistas".
O Pe. Pizzaballa se referiu também à viagem do Papa Bento XVI à Terra Santa no ano passado, um fato que "deu uma visão positiva à Terra Santa". Ele afirmou que o Pontífice, em seus discursos, fez uma espécie de "apelo indireto, a todas as Igrejas do mundo, para que façam sua peregrinação à Terra Santa".
O presbítero compartilhou com a Rádio Vaticano uma reflexão sobre a paz neste território, a qual, segundo ele, "não passa somente pelos acordos dos grandes: passa, sobretudo, pelas realidades da vida no território".
"Quando as pessoas trabalham, quando as famílias vivem em uma condição de serenidade, cria-se este ambiente, esse humus, essa base que é necessária também para criar depois uma mentalidade e uma cultura de paz para o futuro", concluiu o sacerdote.
Fonte: Zenit.
Barcelona prepara-se para receber o Papa
Barcelona prepara a visita de Bento XVI dando destaque às figuras de São Pedro e de Antonio Gaudí, assim como à Sagrada Família, tanto na riqueza do templo expiatório como da família de Nazaré como referência espiritual.
O arcebispado de Barcelona organizou sete catequeses sobre estes temas, assim como uma oração preparatória, explicou o coordenador da visita do Papa em Barcelona, Padre Enric Puig, S.J., nessa sexta-feira, em coletiva de imprensa.
As catequeses foram recolhidas em livros, dos quais o arcebispado editou momentaneamente 30 mil exemplares, que serão distribuídos em todas as dioceses espanholas.
As primeiras das sete catequeses preparatórias são: três de Bento XVI dedicadas à figura de Pedro, o pescador, o apóstolo e a rocha sobre a qual Cristo fundou sua Igreja.
Os textos abordam reflexões do Papa sobre a condição de judeu, crente e observador de Pedro, o chamado por Jesus, sua confissão de fé e a comparação de Pedro com “nosso seguimento de Jesus”. Também abordam a cruz e a Eucaristia, a fé, a necessidade do perdão, a humildade de Pedro e sua missão.
Outras três catequeses trazem chaves do itinerário e progresso espiritual do arquiteto Antonio Gaudí, atualmente em processo de beatificação. Abordam, entre outras coisas, seu sentido de Igreja, sua vida familiar e seu compromisso público e com os pobres. Os textos estabelecem algumas características do leigo Guadí como “arquiteto, homem de seu tempo e artista que por meio da beleza nos abre um caminho até Deus”.
O livreto conclui com uma catequese sobre o significado da Sagrada Família como templo para reunir a comunidade na liturgia e sobre a atualidade da família de Nazaré como modelo para as famílias, Igreja e sociedade.
A visita do Papa a Barcelona acontece a partir da tarde de 6 de novembro (pela manhã Bento XVI visitará Santiago de Compostela) até a tarde de 7 de novembro.
Fonte: Zenit.
O arcebispado de Barcelona organizou sete catequeses sobre estes temas, assim como uma oração preparatória, explicou o coordenador da visita do Papa em Barcelona, Padre Enric Puig, S.J., nessa sexta-feira, em coletiva de imprensa.
As catequeses foram recolhidas em livros, dos quais o arcebispado editou momentaneamente 30 mil exemplares, que serão distribuídos em todas as dioceses espanholas.
As primeiras das sete catequeses preparatórias são: três de Bento XVI dedicadas à figura de Pedro, o pescador, o apóstolo e a rocha sobre a qual Cristo fundou sua Igreja.
Os textos abordam reflexões do Papa sobre a condição de judeu, crente e observador de Pedro, o chamado por Jesus, sua confissão de fé e a comparação de Pedro com “nosso seguimento de Jesus”. Também abordam a cruz e a Eucaristia, a fé, a necessidade do perdão, a humildade de Pedro e sua missão.
Outras três catequeses trazem chaves do itinerário e progresso espiritual do arquiteto Antonio Gaudí, atualmente em processo de beatificação. Abordam, entre outras coisas, seu sentido de Igreja, sua vida familiar e seu compromisso público e com os pobres. Os textos estabelecem algumas características do leigo Guadí como “arquiteto, homem de seu tempo e artista que por meio da beleza nos abre um caminho até Deus”.
O livreto conclui com uma catequese sobre o significado da Sagrada Família como templo para reunir a comunidade na liturgia e sobre a atualidade da família de Nazaré como modelo para as famílias, Igreja e sociedade.
A visita do Papa a Barcelona acontece a partir da tarde de 6 de novembro (pela manhã Bento XVI visitará Santiago de Compostela) até a tarde de 7 de novembro.
Fonte: Zenit.
Papa confessa entusiasmo por viajar a Compostela
Bento XVI saudou nesse domingo os peregrinos congregados em Santiago de Compostela, por ocasião da festa do apóstolo, e confessou o entusiasmo com que prepara sua visita a essa cidade, em novembro próximo.
Após rezar o Angelus com os fiéis congregados no pátio da residência pontifícia de Castel Gandolfo, falando em italiano, o pontífice recordou que nesse dia a Igreja celebrava a festa do apóstolo Santiago, chamado “‘Maior’, que deixou seu pai e o trabalho de pescador para seguir Jesus e por ele foi o primeiro apóstolo a dar a vida”.
“De coração, dirijo uma saudação especial aos peregrinos que em grande número se congregaram em Santiago de Compostela”, afirmou.
Depois, falando em espanhol, constatou que o apóstolo é “venerado desde tempo imemorial em Compostela”, assim como a incidência que sua figura tem nos países de língua espanhola.
“Neste Ano Santo Compostelano, também eu espero me unir ali aos numerosos peregrinos no próximo mês de novembro, em uma viagem em que visitarei também Barcelona”, confessou. O Papa visitará essas duas cidades espanholas a 6 e 7 desse mês.
Ao final de sua fala, fez esta exortação: “que seguindo as pegadas do Apóstolo, percorramos o caminho de nossa vida, dando testemunho constante de fé, esperança e caridade”.
Fonte: Zenit.
Após rezar o Angelus com os fiéis congregados no pátio da residência pontifícia de Castel Gandolfo, falando em italiano, o pontífice recordou que nesse dia a Igreja celebrava a festa do apóstolo Santiago, chamado “‘Maior’, que deixou seu pai e o trabalho de pescador para seguir Jesus e por ele foi o primeiro apóstolo a dar a vida”.
“De coração, dirijo uma saudação especial aos peregrinos que em grande número se congregaram em Santiago de Compostela”, afirmou.
Depois, falando em espanhol, constatou que o apóstolo é “venerado desde tempo imemorial em Compostela”, assim como a incidência que sua figura tem nos países de língua espanhola.
“Neste Ano Santo Compostelano, também eu espero me unir ali aos numerosos peregrinos no próximo mês de novembro, em uma viagem em que visitarei também Barcelona”, confessou. O Papa visitará essas duas cidades espanholas a 6 e 7 desse mês.
Ao final de sua fala, fez esta exortação: “que seguindo as pegadas do Apóstolo, percorramos o caminho de nossa vida, dando testemunho constante de fé, esperança e caridade”.
Fonte: Zenit.
Igreja atua pela melhoria das relações Colômbia-Venezuela
Os presidentes da Conferência Episcopal da Colômbia (CEC) e da Conferência Episcopal da Venezuela (CEV) expressaram sua confiança em que podem contribuir para melhorar as relações entre os dois países, após a ruptura decretada por Hugo Chávez.
O presidente da CEC, Dom Rubén Salazar Gómez, assegurou que espera o retorno “das relações de paz e fraternidade” entre as nações. Ele pediu que se leve em conta o sofrimento das pessoas afetadas pela decisão venezuelana de romper as relações diplomáticas.
“Não tem sentido que não sejamos capazes de solucionar os problemas. Nossos povos merecem viver em paz”, afirmou Dom Salazar Gómez, segundo refere a página na internet da conferência episcopal.
O arcebispo disse que é necessário contribuir para superar o “clima de desconfiança” entre ambos governos e recordou que o presidente eleito Juan Manuel Santos expressou a importância enorme de ter boas relações com os países vizinhos.
Por sua vez, o presidente da CEV, Dom Ubaldo Santana Sequera, explicou que, apesar da situação ser preocupante, ele espera que os episcopados da Colômbia e Venezuela possam “continuar trabalhando juntos, dando testemunho de fraternidade”.
“Esperamos que se afaste qualquer conflito bélico entre as nações. Há que buscar juntos outros caminhos que não sejam a guerra”, afirmou o arcebispo de Maracaibo.
Interrogado por jornalistas sobre a presença de guerrilheiros colombianos na Venezuela, Dom Santana Sequera assegurou que “há muitas testemunhas de uma circulação fácil (dos insurgentes) por nossas fronteiras”.
“Falta uma presença maior do governo nas regiões de fronteira. Estamos deixando muitos vazios para que esses grupos circulem”, afirmou.
Fonte: Zenit.
O presidente da CEC, Dom Rubén Salazar Gómez, assegurou que espera o retorno “das relações de paz e fraternidade” entre as nações. Ele pediu que se leve em conta o sofrimento das pessoas afetadas pela decisão venezuelana de romper as relações diplomáticas.
“Não tem sentido que não sejamos capazes de solucionar os problemas. Nossos povos merecem viver em paz”, afirmou Dom Salazar Gómez, segundo refere a página na internet da conferência episcopal.
O arcebispo disse que é necessário contribuir para superar o “clima de desconfiança” entre ambos governos e recordou que o presidente eleito Juan Manuel Santos expressou a importância enorme de ter boas relações com os países vizinhos.
Por sua vez, o presidente da CEV, Dom Ubaldo Santana Sequera, explicou que, apesar da situação ser preocupante, ele espera que os episcopados da Colômbia e Venezuela possam “continuar trabalhando juntos, dando testemunho de fraternidade”.
“Esperamos que se afaste qualquer conflito bélico entre as nações. Há que buscar juntos outros caminhos que não sejam a guerra”, afirmou o arcebispo de Maracaibo.
Interrogado por jornalistas sobre a presença de guerrilheiros colombianos na Venezuela, Dom Santana Sequera assegurou que “há muitas testemunhas de uma circulação fácil (dos insurgentes) por nossas fronteiras”.
“Falta uma presença maior do governo nas regiões de fronteira. Estamos deixando muitos vazios para que esses grupos circulem”, afirmou.
Fonte: Zenit.
Arquitetura espacial: caminho para achar sentido da vida humana
A arquitetura espacial permite ao homem conhecer seus próprios limites e encontrar neles a grandeza do seu sentido, constataram cientistas espaciais de diversos países no dia 16 de julho, em Valência.
Especialistas e arquitetos da NASA, da Agência Espacial Europeia e de diversas empresas e instituições, assim como professores e teólogos participaram do seminário "Arquitetura Espacial" da Cátedra Fides et Ratio, da Universidade Católica de Valência.
Os participantes destacaram o encontro entre a fé e a ciência, que se dá em sua busca da verdade por meio do conhecimento do cosmos, segundo informou a universidade.
"A partir da arquitetura espacial, contemplamos o homem que quer conhecer seus próprios limites e encontrar neles a grandeza do seu sentido: a dimensão transcendente se aproxima de nós nesse caminhar", destacou o diretor da Cátedra Fides et Ratio, José Luis Sánchez.
Ao inaugurar o seminário, o chanceler da universidade e arcebispo de Valência, Dom Carlos Osoro, incentivou os participantes a serem "buscadores da verdade".
"Se a humanidade está no limiar de uma nova exploração", é preciso envolver-se no início desta exploração para ser "buscadores, amigos e rastreadores da verdade", afirmou.
Referindo-se aos cientistas reunidos em Valência, destacou a beleza de encontrar "rastreadores da verdade que querem ver a situação atual e que nos tem de levar a refletir sobre a sustentabilidade do nosso mundo".
Acrescentou que tanto a ciência como a fé nos unem, já que "todos nós acreditamos que o grande capital que é preciso proteger é sempre o ser humano, a pessoa".
O seminário abordou aspectos conceituais, técnicos e arquitetônicos, assim como cosmológicos e antropológicos, associados ao ponto de vista da arquitetura espacial.
A "busca da verdade da fé por meio do conhecimento do coscmos se constitui neste dia em um encontro fé-física: o livro da fé e o livro da Natureza se encontram", explicou Sánchez.
O especialista Theodore W. Hall explicou que "o planeta Terra é uma parte diminuta de um mundo muito maior que estamos chamados a encher".
Um dos aspectos da arquitetura espacial é "expandir a presença humana em um universo muito maior, e para isso temos de aprender a viver de maneira eficiente", destacou.
Por sua parte, Brent Sherwood, da NASA falou da possibilidade próxima do "turismo espacial, já que há empresas que se interessam por este negócio"; e da existência de uma "quantidade ilimitada de energia solar limpa no espaço".
O especialista em robótica, Scott Howe, indicou que "nos encontramos no limiar de uma grande aventura" e que "temos a responsabilidade de levar seres humanos a outros mundos".
E o cientista Mark Luther pediu "sustentabilidade", prestar atenção na arquitetura espacial que desenvolve uma tecnologia valiosa, já que o "o espaço nos ensina que cada elétron é valioso". Luther se lamentou de que, por exemplo, "ainda náo saibamos usar a luz natural nos edifícios".
O próximo curso, um seminário da Cátedra Fides et Ratio, se chamará "Arquitetura Espacial: uma nova perspectiva para a sustentabilidade e o meio ambiente".
A Cátedra Fides et Ratio foi inaugurada no último mês de abril, para a "análise, estudo e pesquisa sobre o fato religioso e o fato católico, em seu encontro com a razão, a ciência e a cultura em seu devir histórico.
Fonte: Zenit.
Especialistas e arquitetos da NASA, da Agência Espacial Europeia e de diversas empresas e instituições, assim como professores e teólogos participaram do seminário "Arquitetura Espacial" da Cátedra Fides et Ratio, da Universidade Católica de Valência.
Os participantes destacaram o encontro entre a fé e a ciência, que se dá em sua busca da verdade por meio do conhecimento do cosmos, segundo informou a universidade.
"A partir da arquitetura espacial, contemplamos o homem que quer conhecer seus próprios limites e encontrar neles a grandeza do seu sentido: a dimensão transcendente se aproxima de nós nesse caminhar", destacou o diretor da Cátedra Fides et Ratio, José Luis Sánchez.
Ao inaugurar o seminário, o chanceler da universidade e arcebispo de Valência, Dom Carlos Osoro, incentivou os participantes a serem "buscadores da verdade".
"Se a humanidade está no limiar de uma nova exploração", é preciso envolver-se no início desta exploração para ser "buscadores, amigos e rastreadores da verdade", afirmou.
Referindo-se aos cientistas reunidos em Valência, destacou a beleza de encontrar "rastreadores da verdade que querem ver a situação atual e que nos tem de levar a refletir sobre a sustentabilidade do nosso mundo".
Acrescentou que tanto a ciência como a fé nos unem, já que "todos nós acreditamos que o grande capital que é preciso proteger é sempre o ser humano, a pessoa".
O seminário abordou aspectos conceituais, técnicos e arquitetônicos, assim como cosmológicos e antropológicos, associados ao ponto de vista da arquitetura espacial.
A "busca da verdade da fé por meio do conhecimento do coscmos se constitui neste dia em um encontro fé-física: o livro da fé e o livro da Natureza se encontram", explicou Sánchez.
O especialista Theodore W. Hall explicou que "o planeta Terra é uma parte diminuta de um mundo muito maior que estamos chamados a encher".
Um dos aspectos da arquitetura espacial é "expandir a presença humana em um universo muito maior, e para isso temos de aprender a viver de maneira eficiente", destacou.
Por sua parte, Brent Sherwood, da NASA falou da possibilidade próxima do "turismo espacial, já que há empresas que se interessam por este negócio"; e da existência de uma "quantidade ilimitada de energia solar limpa no espaço".
O especialista em robótica, Scott Howe, indicou que "nos encontramos no limiar de uma grande aventura" e que "temos a responsabilidade de levar seres humanos a outros mundos".
E o cientista Mark Luther pediu "sustentabilidade", prestar atenção na arquitetura espacial que desenvolve uma tecnologia valiosa, já que o "o espaço nos ensina que cada elétron é valioso". Luther se lamentou de que, por exemplo, "ainda náo saibamos usar a luz natural nos edifícios".
O próximo curso, um seminário da Cátedra Fides et Ratio, se chamará "Arquitetura Espacial: uma nova perspectiva para a sustentabilidade e o meio ambiente".
A Cátedra Fides et Ratio foi inaugurada no último mês de abril, para a "análise, estudo e pesquisa sobre o fato religioso e o fato católico, em seu encontro com a razão, a ciência e a cultura em seu devir histórico.
Fonte: Zenit.
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