quarta-feira, 2 de junho de 2010

Sudão: bispos temem que reflexão de Bashir leve à guerra civil

Uma iniciativa de comunicação dedicada a promover a causa dos cristãos perseguidos em todo o mundo informou na terça-feira passada que os bispos católicos do Sudão temem que as recentes eleições do país, a reeleição do presidente Omar al Bashir possa conduzir a conflitos e eventualmente à guerra.
Where God Weeps, uma iniciativa na internet, radio e televisão criada pela Catholic Radio and Television Network (CRTN), em colaboração com Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), apresenta um país mais concreto a cada mês e recentemente se centrou nas atuais dificuldades dos cristãos no Sudão, informa AIS.
Em uma nota de imprensa publicada na terça-feira, a organização informa que a recente vitória do presidente Omar al Bashir, na primeira eleição multipartidária celebrada em 24 anos no país, despertou preocupação nos bispos. Além disso, o fato de ter sido acusado pelo Tribunal Penal Internacional por crimes de guerra faz temer que o presidente reeleito apoie um estado islâmico regido pela sharia.
Da mesma forma, houve informações de jogo sujo e intimidação aos eleitores durante as recentes eleições.
Líderes católicos também temem que temas não resolvidos entre norte e sul afetarão negativamente o Acordo Global de Paz. O acordo de 2005 acabou com mais de vinte anos de guerra civil entre o governo islâmico de Jartum e o Exército Popular de Libertação do Sudão do Sul. Ambos os grupos desfrutaram de um regime de poder compartilhado.
"Basta que haja um só tiro para que tudo exploda e regressemos ao monte - onde muita gente viveu durante a guerra civil de 21 anos, disse o bispo. A guerra civil norte-sul teve um custo de 1,5 milhão de vidas."
"Estamos nas mãos de Deus. Pedimos a Deus que nos salve da ruptura e da volta às armas - destacou o prelado. As armas não resolverão o problema. Não sabemos qual é a solução, mas permaneceremos em oração; estamos em suas mãos, somos seus filhos."

Fonte: Zenit.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Cristãos são alvo de atentados na Indonésia

Durante o ano de 2009 até hoje, várias igrejas cristãs foram atacadas na Indonésia.
Theophilus Bela, presidente do Fórum de Comunicação Cristã de Yakarta (Indonésia) e secretário-geral da Comissão de Religiões pela Paz da Indonésia, remeteu a Zenit uma lista, não exaustiva, das igrejas cristãs atacadas durante o ano de 2009 até maio de 2010.
A igreja paroquial católica de Santa Maria em Purwakarta, foi ordenada pela autoridade local a deter a construção em outubro de 2009. A paróquia tinha licença de construção e já havia começado as obras. Então, um grupo de muçulmanos se manifestou contra a autoridade local e pediu a detenção da obra. Por temor, a autoridade local revogou a licença. O bispo de Bandung organizou uma equipe de advogados para levar o caso ao Tribunal Administrativo Estatal de Bandung e ganhou o caso.
Na paróquia católica de São João Batista, em Parung, Bogor, foi proibida a celebração da Páscoa em 2008. No último Natal, os fiéis foram obrigados a celebrar a data em um prédio próximo a de órgãos governamentais. A igreja foi também molestada durante a última Páscoa e novamente não foi permitido que as paróquias celebrassem a missa de Ascensão em sua igreja. A paróquia tem mais de três mil fieis. Já faz muito tempo que foi solicitada a licença de construção de seu próprio edifício. Em 2005, as autoridades locais se negaram a dar permissão.
A paróquia católica de São Alberto em Taman, Harapan Indah, Bekasi, foi atacada em 17 de dezembro de 2009 por muçulmanos que carregavam gasolina, mas a polícia chegou a tempo para evitar que incendiassem a Igreja.
Diversas igrejas da Igreja Cristã Protestante Batak foram atacadas. A permissão para construção de seu próprio edifício em Pesanggrahan, Depok, perto da capital, foi revogada em março de 2009 pelo prefeiro. A Igreja levou o caso ao Tribunal Administrativo Estatal de Bandung e a igreja ganhou o caso. O prefeito Depok é do partido islâmico Justiça e Propriedade.
A igreja "Galileia", da Igreja Protestante da Indonésia Ocidental, em Taman Galaxi, Bekasi, foi atacada por organizações radicais muçulmanas em 15 de fevereiro de 2010. O grupo também fechou a igreja e colocou suas bandeiras no alto do edifício. As obras da igreja não terminaram.
A igreja da confissão City Blessing Church, em Karawaci, Tangerang, Banten, Java ocidental, recebeu ameaças de um grupo muçulmano em 10 de janeiro de 2010. A igreja da Igreja Pentecostal da Indonésia, em Sibuhun, Tapunuli Selatan, Sumatra do Norte, foi incendiada por fanáticos muçulmanos no mesmo dia.
Theophilus Bela conclui pedindo orações pelos cristãos da Indonésia e afirmou: "Devo admitir que a lista não está completa porque recebi informações de Bandung, Java ocidental, de que havia outras igrejas que tinham problemas na região. Recentemente apareceram outras igrejas com notícias alarmantes do Conselho Nacional de Igrejas de que havia cerca de dez igrejas cristãs em Mojokerto, Java central, que tiveram dificuldades com as autoridades locais".

Fonte: Zenit.

Arquidiocese de Acapulco pede colaboração entre México e Estados Unidos

Em uma declaração oficial intitulada "Contas pendentes entre o México e o Estados Unidos", de 24 de maio, a arquidiocese de Acapulco (México) pediu responsabilidade para os presidentes do México e do Estados Unidos no tratamento com os migrantes e quanto à violência derivada do tráfico de armas.
A arquidiocese de Acapulco tornou público o comunicado aproveitando a visita do Presidente Felipe Calderón aos Estados Unidos, que descreve como "oportunidade para colocar à mesa dois pontos críticos e dolorosos que representam contas pendentes entre os dois países: o tratamento dado aos migrantes mexicanos e à violência no México relacionada ao tráfico de armas provenientes do vizinho ao norte".
Perante o Congresso dos Estados Unidos, explica a declaração "o presidente do México exigiu duas coisas: pediu legislação que detenha o tráfico de armas daquele país para o México e reprovou a lei Arizona, pedindo que seja feita uma reforma migratória integral. Ambas as demandas geraram reações contrárias entre os legisladores norte-americanos".
"Não houve um tratamento humanitário a esta questão, pois prevaleceram critérios econômicos e pragmáticos no modo de abordar a situação de milhões de estrangeiros ilegais mexicanos e de outros países foram para o Estados Unidos procurar oportunidades melhores de vida."
No que concerne ao tráfico de armas, a arquidiocese verifica que "nos Estados Unidos prevalecem legislações liberais que permitem seu comércio de um modo indiscriminado, com um efeito negativo para o México".
"O crime organizado - sublinhou - desenvolveu um grande poder apoiado nas grandes quantias de dinheiro que maneja e na facilidade para obter armas de um modo ilegal. E é sabido que a grande maioria das armas que está em suas mãos vem do país do norte."
Perante esta situação, a arquidiocese espera "co-responsabilidade entre os dois governos".
"Da parte do governo mexicano - assinala - requer-se uma visão mais ampla e integral da luta contra o crime organizado que vá além da repressão aos grupos criminosos. É necessário medidas preventivas para reduzir o consumo das drogas e os níveis da violência. Requer-se, também, uma mudança de modelo econômico que ofereça mais oportunidades aos mexicanos para reduzir a necessidade de migrar".
"E da parte do governo norte-americano - conclui - faz-se necessário uma atitude mais solidária e responsável. Seu poder deve ser exercido, não em um maior manejo dos assuntos internacionais para seu proveito econômico ou político, mas em um maior sentido de humanidade e de apoio aos países mais pobres."

Fonte: Zenit.

Peru: três mil participantes no Jubileu dos Leigos de Arequipa

"Com o testemunho de seus carismas, cada um de vocês é um tesouro para a Igreja", manifestou o bispo Javier Del Río aos mais de três mil fiéis no sábado passado, véspera de Pentecostes, no Jubileu de Comunidades paroquiais, movimentos e associações de fiéis.
A convocação marca as celebrações dos 400 anos da criação da arquidiocese peruana de Arequipa.
No Coliseu do Colégio Nossa Senhora do Pilar - informou a ZENIT o arcebispado de Arequipa -, em um ambiente de alegria, se reuniram os fiéis, que chegaram em grupos entoando canções.
Com coloridos banners e cartazes, os participantes expressavam também sua felicidade por esta convocação em torno de Jesus Eucarístico, na qual deram graças por quatro séculos de fé na religião.
Reuniram-se 46 grupos, comunidades e movimentos de leigos existentes, junto com as realidades paroquiais de mais de 60 jurisdições eclesiais na arquidiocese.
Após um momento de animação, com canções interpretadas pelo Ministério de Música do arcebispado, deu-se início aos testemunhos de representantes de movimentos leigos.
Participaram membros da Comunidade de Retiros Paroquiais João XXIII, Associação católica Bodas de Caná, Comunidade Católica Jhadai, Caminho Neocatecumenal e a Renovação Carismática Católica de Arequipa.
Dom Del Río afirmou na Eucaristia que hoje em dia o caminho está dirigido à união entre os grupos leigos, convocados à nova evangelização e, dentro de pouco, à Missão Continental.
"Juntos levaremos a Igreja de Arequipa, remando mar adentro, como dizia o Papa João Paulo II, para levar cada vez mais irmãos ao encontro de Jesus Cristo para que experimentem em sua vida como é bom estar com o Senhor", afirmou.
Ao finalizar a Eucaristia, após receber a indulgência plenária, conclui o arcebispado, "os fiéis se retiraram agradecendo pelo encontro a que o pastor os convocou".

Fonte: Zenit.

Especialistas refletem sobre os anjos

A sexta edição do Encontro Nacional de Angeologia será realizada na cidade italiana de Campagna, nos dias 1º e 2 de junho, e terá como tema "Os Anjos dos Presbíteros e da Igreja".
Promovido e organizado pela Associação da Milícia de São Miguel Arcanjo, o evento contará com a presença de teólogos de renome internacional e intelectuais influentes, como o jornalista e escritor Renzo Allegri e o fundador da Milícia, Dom Giuseppe Del Ton.
O principal promotor da iniciativa é Marcello Stanzione, que refundou a Associação da Milícia de São Miguel Arcanjo em 2002.
Em uma entrevista concedida a ZENIT, Marcello afirma que "graças a Deus, a cada ano ganhamos força, e nos congressos anuais já contamos com mais de 200 pessoas. Cerca de 1.200 estão permanentemente conectadas ao nosso site na web".
"O Padre Pio dizia que era preciso difundir cada vez mais a devoção aos anjos", lembra.
"Meu interesse pelos anjos nasceu por acaso, há cerca de 20 anos - explica. Estava em peregrinação em São João Rotondo, hospedado na casa das Irmãs Pias Operárias de São José."
"Lá conheci uma senhora que tinha um livro, Orações aos anjos da guarda. O título despertou meu interesse, e então pedi o livro emprestado."
"A leitura me chocou profundamente, porque o texto relacionava a figura dos anjos a planetas e astros (...); era magia, não espiritualidade, uma publicação teologicamente incorreta, elaborada para atrair as pessoas."
A partir de então, Marcello passou a se dedicar ao estudo dos anjos no âmbito da teologia católica. "Sou um angeólogo autodidata, não tenho a formação de um teólogo dogmático."
"Sou um simples padre da roça", afirma, com sincera modéstia.
Anos e anos de estudos o levaram a compreender que a angeologia, ao lado da demonologia, é um assunto sério, que ocupou a elite intelectual da Igreja durante séculos. "Muitos hoje se esquecem que a angeologia constitui um ramo da teologia vinculada à demonologia. Não se pode falar no diabo sem conhecer os anjos."
Marcello é um defensor apaixonado do Anjo da Guarda - ou melhor, dos Anjos da Guarda, visto que alguns teólogos sustentam que cada pessoa conta com mais de uma para protegê-la. "Manifestam-se na interioridade. Nem todos têm o carisma do Padre Pio, de Natuza, de Santa Faustina ou de Santa Maria Francisca, que os viam e falavam com eles."
Enquanto fala, Marcello oferece um cartão. "É preciso que chegue até Sua Santidade Bento XVI. É um apelo pela instauração de um ano em honra de São Miguel Arcanjo e de restabelecer, após a Missa, a invocação de Leão XIII ao Príncipe das Milícias Celestes, recomendada também pelo Servo de Deus João Paulo II." E finalmente, Marcello se despede confiando-nos à sua proteção.

Fonte: Zenit.

Transumanismo e Igreja

Para alguns, o termo "transumanismo" não significa nada. Porém, ele está se estendendo, pelo menos nos Estados Unidos.
Alguns filmes inspirados por essa filosofia são: Matrix, AI - Inteligência Artificial; Homem-de-Ferro; e Blade Runner, filmes de sucesso que não podem não ter deixado uma marca nas consciências.
Fala sobre isso o professor Robert Gahl, norte-americano de Wisconsin, engenheiro, filósofo e teólogo, que leciona Ética fundamental na Pontifícia Universidade da Santa Cruz de Roma.
- O que é o transumanismo?
Gahl: A palavra significa algo diferente ou além do humano. E este é um conceito anticristão.
Não pode existir o outro-humano na história. O homem não pode se transformar em outro. Porque o ponto de referência estável no tempo é Jesus, homem perfeito, ontem, hoje e amanhã.
- Por que pensa que é impossível chegar um dia a algo que supere o homem, a uma imortalidade material, no sentido de viver na história para sempre?
Gahl: Não se pode abandonar o conceito de humanidade e pensar em algo diferente. Por nossa natureza, somos autotransformáveis, enquanto seres espirituais, à imagem de Deus, potencializados pela razão.
Enquanto isso, a natureza humana permanece igual; é a evolução biológica, não a transformação da espécie.
As mudanças são acidentais, não substanciais. Podemos modificar a nós mesmos, o contexto social, adquirir habilidades novas, como ir de bicicleta. Mas continuamos sendo homens.
Utilizamos novos instrumentos, novas linguagens, alteramos a constituição genética (mesmo sem intenção).
- Refere-se às eugenias?
Gahl: A eugenia é negativa porque prevê a eliminação do ser humano (o homicídio dos incapacitados física ou mentalmente).
- A tecnologia pode ser, então, positiva ou negativa de acordo com a finalidade?
Gahl: Adquirimos aspectos novos de consciência, tecnologias novas, para melhorar os seres humanos. E estas novidades são bem ou mal utilizadas.
- Quando são bem usadas?
Gahl: Quando as regras morais de respeito são aplicadas à pessoa, que é livre e deve ser amada por si mesma. E, portanto, não deve ser instrumentalizada para outros fins.
- E mal?
Gahl: Exatamente quando se explora as pessoas, as usa para outros fins. Se por outro lado a ajuda, é para seu bem.
- Um exemplo de transumanismo?
Gahl: Os replicantes de Blade Runner são transumanos, superam a humanidade, têm benefícios, porém são os escravos que se rebelam posteriormente...
E o filme pergunta: o que é o ser humano? A resposta do filme é positiva: é o homem capaz amar, de ter liberdade e de respeitar aos outros.
- Qual é o bem do progresso científico?
Gahl: É quando se trata alguém como se fosse um fim em si mesmo. Se eliminam ou exploram ou manipulam as pessoas (abortos, homicídios, instrumentações para as experiências), o progresso é ruim. Se serve para ajudam, é positivo.
- Alguns negam e exemplo positivo do transumanismo?
Gahl: Hoje está na moda o neuro enhancement, um tipo de desenvolvimento para aumentar a função neural, o cérebro.
- É negativo potencializar o cérebro?
Gahl: É positivo em alguns campos da medicina, por exemplo, para estimular o nervo ótico. Mas se é usado para manipular a pessoa, vai contra a moral.
Por exemplo, as máquinas criadas para provocar sensações sexuais pervertidas, fora da relação do amor, provocam desordens, com uma redução narcisista.
- Qual é a sua postura?
Gahl: Não é certo obrigar as pessoas a fazerem experiências em si mesmas. O transumanismo tem riscos.
É necessário respeitar a liberdade. O critério fundamental é respeitar e querer. A pessoa é fim em si mesmo e não instrumento para o outro.
- Outro setor do transumanismo é o cyborg e a robótica. O que pensa disto?
Gahl: Bom é o cyborg que salva a vida como os marca-passos para o coração. Ou os robôs que evitam fazer coisas repetitivas e liberam o homem para atividades mais criativas.
Mas o robô - estão fazendo isto no Japão - especializado celebrar casamentos ou a receber clientes em um hotel elimina a relação e cria um mundo virtual no qual o homem se relaciona com máquinas, ao invés de outras pessoas.
- Qual é a postura da Igreja?
Gahl: A Igreja impulsiona o progresso científico, pelas descobertas dirigidas a beneficiar o homem, melhorá-lo, potencializá-lo.
Mas é contrária à manipulação do homem, aos experimentos com o homem, porque vão contra a liberdade e a dignidade.
- Outro aspecto do transumanismo é a busca da imortalidade?
Gahl: Os transumanistas anticristãos materialistas - principalmente norte-americanos e ingleses - buscam a imortalidade na terra, prolongar a vida para sempre.
A esperança materialista é a de viver para sempre. Mas não é uma vida melhor, com uma visão beatífica de Deus.
- Qual é a resposta de Papa?
Gahl: É necessário recuperar a aspiração aos céus, em vez de prolongar a vida para sempre. Ele disse isto aos luteranos em Kirchentag, na Jornada Ecumênica das Igrejas na Alemanha.
O que o homem deseja mais profundamente é a amizade, a felicidade, o amor. Não sozinho, mas com o outro. Isso depende do dom. Há, portanto, necessidade de um Salvador. Somente com o Salvador você pode alcançar aos céus.
- O mito da juventude eterna não morreu?
Gahl: Já existiu na antiguidade. A fonte da juventude eterna é uma espécie de transumanismo velho.
- Qual é sua mensagem de felicidade, para transumanistas e outros?
Gahl: A família ocupa o primeiro lugar contra qualquer intenção de manipular o nascimento das crianças (eugenias) para melhorar a espécie humana.
É uma violação à liberdade de amor entre os pais. O afeto experimentado na família - que é amor incondicional - antecipa a felicidade do céu: aí está onde encontramos a felicidade, através da vida vivida pelos demais.


Fonte: Zenit.

Papa pede orações pelo respeito à vida

Bento XVI pediu orações, durante o mês de junho, para que as instituições, nacionais e supranacionais, comprometam-se no respeito à vida humana.
É a proposta que faz nas intenções de oração durante o mês que começa, contidas na carta que confiou ao Apostolado da Oração, iniciativa seguida por cerca de 50 milhões de pessoas nos cinco continentes.
O bispo de Roma apresenta duas intenções, uma geral e a outra missionária.
A intenção geral para o mês de junho é: "Para que toda instituição nacional e sobrenatural se empenhe a garantir o respeito pela vida humana, desde a concepção até a morte natural".
Sua intenção missionária é: "Para que as Igrejas na Ásia, que constituem ‘um pequeno rebanho' entre as populações não cristãs, saibam comunicar o Evangelho e testemunhar com alegria a sua adesão a Cristo".

Fonte: Zenit.