terça-feira, 20 de novembro de 2012
Mensagem de Bento XVI ao 118° Patriarca da Igreja Copta Ortodoxa, sua santidade Papa Tawadros II
A Sua Santidade Tawadros II
Papa de Alexndria
Patriarca da Sé de São Marcos
“Graça e paz da parte de Deus Pai e do nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Cor 1:3)
É com alegria fraterna que eu envio ao senhor, Santidade, meus cumprimentos na ocasião de sua entronização como Papa de Alexandria e Patriarca da Sé de São Marcos. Ao meu Venerável Irmão Cardeal Kurt Koch, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade Cristã, confiei a tarefa de vos transmitir estas saudações, junto a garantia de minha proximidade na oração na posse do alto cargo de supremo pastor da Igreja Copta Ortodoxa. Que Deus Onipotente conceda à Sua Santidade abundantes dons espirituais para fortalecê-lo em seu novo ministério, ao guiar o clero e os leigos nos caminhos da santidade, para o bem do seu povo e a paz e harmonia de toda a sociedade!
Meus pensamentos se voltam nesse momento ao vosso venerável predecessor, Sua Santidade o Papa Shenouda III, cujo longo e devoto serviço ao Senhor certamente irá continuar a inspirar a vós e a todos os fiéis. Sua preocupação em melhorar as relações com outras Igrejas Cristãs reforça nossa esperança de que um dia todos os seguidores de Cristo se encontrarão unidos no amor e na reconciliação que o Senhor profundamente deseja (cf. João 17,21).
Sua Santidade, rezo para que o Espírito Santo vos sustente em vosso ministério, para que o rebanho confiado aos vossos cuidados possa experimentar o ensinamento do Bom Pastor. Sejam eles abençoados com a serenidade, para oferecer sua valiosa contribuição para o bem da sociedade e o bem-estar de todos os seus concidadãos.
Rezo também para que as relações entre a Igreja Católica e a Igreja Copta Ortodoxa continuem a estar cada vez mais próximas, não apenas em um espírito fraterno de colaboração, mas também através do aprofundamento do diálogo teológico que nos permitirá crescer em comunhão dar testemunho perante o mundo da verdade salvífica do Evangelho.
Consciente dos grandes desafios que acompanham o ministério espiritual e pastoral que Sua Santidade está prestes a realizar, asseguro-vos minhas orações e bons votos. Com estima e afeição fraternos, eu peço as bençãos de Deus sobre vós e sobre todos os fiéis confiados aos vossos cuidados.
BENEDICTUS PP XVI
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
As Chaves do Reino
Mesmo que você não seja missionário existem vários motivos para assistir o filme As Chaves do Reino (The Keys of the Kingdom). O menos relevante é que Gregory Peck foi eleito um dos atores mais bonitos da história do cinema. Mas passemos a outros mais relevantes se esse não convencer já que não é um romance. É um filme católico, definitivamente católico.
Fala sem arrodeios dos desafios, dramas de consciência, alegrias e bondades da providência Divina, fala da vida concreta, sem enfeites ou fantasias. É verdade que o filme não faz menção às dificuldades linguísticas, o que eu sofro para aprender alemão não deve chegar aos pés da dificuldade de aprender a língua local (no caso do filme um dialeto próximo do mandarim). Vale a pena assistir o filme por que mostra a humanidade da missão, por que missionários são pessoas, que tem suas dificuldades, que nem sempre são simpáticos mas que se deram por amor. Uma lição que aprendi com minha mãe (ela também foi missionária com minha família) é que o missionário não é maior ou melhor que o povo ao qual ele foi enviado, o que o filme deixa muito claro.
Uma das cenas mais tocantes do filme se passa quando o já velho padre conversa com sua amiga Madre sobre as seis décadas de missão, os atores dão um show de interpretação, Rose Stradner diz não mais que três frases, não derrama uma lágrima mas sua linguagem corporal é mais que suficiente para nos comover, Gregory Peck não fica atrás mostrando que os atores de antigamente eram muito mais que um rosto bonito. Aproveitando o ensejo também fica a lembrança de bons tempos de cinema que beijos apaixonados não precisavam ser de língua e que a castidade era vivida com menos dificuldade por que os costumes propiciavam, o que não impediu que muitas moças engravidassem também naquela época.
A promessa do centuplo (Mt 19,29) não é mencionada claramente mas aludida diversas vezes durante o filme, convido-o, caro leitor, a prestar atenção nas manifestações dessa passagem. Outro aspecto a se considerar é a presença do médico ateu Willie Tulloch, interpretado pelo incomparável Thomas Mitchell ele também toca uma bem-aventurança você pode dizer qual é?
Sinopse
O jovem padre Francis Chisholm depois de "fracassar" em duas paróquias é enviado por seu Bispo para China, ao chegar encontra a igreja destruída e vazia de "cristãos de arroz" (chineses que so se tornaram cristãos para receber comida da igreja), em vez de escolher caminhos mais fáceis ele prefere a via do Evangelho.
Ficha técnica
Título no Brasil: As Chaves do Reino (The Keys of the kingdom)
Direção: John M. Stahl
Elenco: Gregory Peck, Thomas Mitchell e Vincent Price
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 137 minutos
Ano de Lançamento: 1944
Estúdio/Distrib.: Twentieth Century Fox
Cor: Preto e branco
Filmes sob a luz do Magistério da Igreja Católica: www.projecoesdefe.com
sábado, 17 de novembro de 2012
Sobre a solidariedade
O princípio da solidariedade precisa ser, cada vez mais, assimilado como eficiente força para combater a violência. Também deve ser entendido como medida eficaz, ainda que a médio e longo prazo, para impedir que a cultura da violência seja o tecido configurador da sociedade.
A Doutrina Social da Igreja Católica ensina que a solidariedade aprimora a sociabilidade, além de contribuir para promover a igualdade de todos em dignidade e direitos.
A força da solidariedade, capaz de reverter os quadros de violência, cresce quando todos cultivam a consciência da ligação e dependência existente entre povos, nações e pessoas, em todos os níveis. Trata-se de convicção incontestável, que guarda uma força a ser explorada e cultivada. Para visualizar essa interdependência, basta pensar a força dos meios de comunicação, que facilita contatos e intercâmbios em tempo real. A comunicação interliga povos geograficamente distantes, estabelecendo relações que configuradas construtivamente produzirão uma cultura com força de solidariedade.
Há, indiscutivelmente, uma contramão nessa realidade. É lamentável, por exemplo, que a força da conectividade sirva para espalhar notícias falsas, enganosas, que prejudicam a vida de pessoas, grupos e instituições. É grande o desafio para canalizar o uso dessa força de comunicação na promoção da cultura da solidariedade, pelo amor à verdade, respeito à dignidade sagrada e intocável de cada pessoa. É importante evitar que a maravilha da telemática sirva em primeiro lugar a formas de exploração, corrupção ou opressão.
A solidariedade não é um bem meramente teórico. Tem incidências fortes na vida de cada pessoa na medida em que é entendida, assumida e vivida como virtude moral. O ponto de partida é considerar a importância das relações humanas. Por isso mesmo, a Doutrina Social da Igreja sublinha que a solidariedade deve ser tomada como princípio social. Assumida como um princípio, torna-se força capaz de ordenar instituições, transformando estruturas de dominação em dinâmicas de solidariedade, a partir da mudança de leis, de estruturas políticas e das regras de mercado.
Quando se fala de uma pessoa diante da outra, em ondas crescentes, tecendo as relações sociais e humanas, em diferentes ambientes e circunstâncias, a solidariedade se torna um princípio moral. A consequência é a convicção e a conduta que assume, por sentimento patriótico, por razões de fé e por estatura humanística, o bem comum como compromisso prioritário e inadiável. Cada um se torna responsável por todos.
Sem a solidariedade, não tem jeito da sociedade se corrigir, dar um novo compasso ao seu ritmo e manter acesa a chama do sentido indispensável de respeito. É incontestável a estreita ligação entre solidariedade e bem comum. Ser solidário é ter a capacidade de reconhecer a exigência do respeito à liberdade humana, o sentido da partilha e o compromisso do crescimento de todos e em todos os sentidos. Também a Doutrina Social da Igreja ensina que os homens deste tempo devem cultivar a consciência do débito que têm para com a sociedade. Isto é, todos tem o dever de criar condições favoráveis para a existência, cultivar a alegria de viver.
Este sentimento de débito é a indicação de que devemos aperfeiçoar nosso agir social. Um agir qualificado é a compreensão nobre da própria responsabilidade social e política pela definição de uma vida vivida como dom para os outros. É bom lembrar que o caminho da solidariedade gera estadistas, santos, honestos, construtores da sociedade, produtores da cultura e da paz. Pessoas que trilharam o caminho da solidariedade e fizeram de suas vidas um dom precioso, permanecem como fonte inesgotável de memória inspiradora, dando continuamente lições para que a humanidade não perca o rumo na construção da paz. Ser solidário é a mais nobre e dignificante escolha humana.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
O homem traz consigo um irreprimível desejo de Deus
O Papa Bento XVI durante a audiência geral realizada na Sala Paulo VI, na manhã de quarta-feira, continuou suas reflexões sobre o Ano da Fé. Apresentamos a seguir o resumo de suas palavras.
O homem traz consigo um irreprimível desejo de Deus, por isso é necessário ver as vias que nos levam ao conhecimento d’Ele. De fato, em uma sociedade em que o ateísmo, ceticismo e indiferentismo não cessam de questionar e pôr à prova a fé, é importante afirmar que existem sinais que abrem o coração do homem e o levam para Deus. Queria acenar algumas vias que derivam seja da reflexão natural, seja da própria força da fé e que poderiam ser resumidas em três palavras: o mundo, o homem e a fé. O mundo: contemplando a beleza, a estrutura da criação, podemos ver que existe por detrás dela uma inteligência, que é Deus. O homem: olhando para o íntimo de nós mesmos, nos damos conta que possuímos uma sede de infinito que nos impele a avançar sempre mais na direção de Deus, o único capaz de nos saciar. Enfim, a vida da fé: ela é encontro com Deus que nos fala, intervém na história e nos transforma.
* * *
Queridos peregrinos vindos de diversas cidades do Brasil e todos os presentes de língua portuguesa: sede bem-vindos! Neste Ano da Fé, procurai conhecer mais a Cristo, único caminho verdadeiro que conduz a Deus, para poder depois transmitir aos demais a alegria desse encontro transformador. Possa Ele iluminar e abençoar as vossas vidas! Obrigado pela visita!
Fonte: Zenit.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Como equilibrar trabalho e família
O aumento da presença das mulheres em todas as áreas profissionais está mudando o modelo de organização e de gestão do trabalho, com paradigmas mais flexíveis em termos de espaço e de tempo.
A análise dessas mudanças, as vantagens competitivas e as características específicas dos novos modelos são objeto de estudo do novo mestrado, que promove uma cultura organizacional centrada na pessoa, a fim de incentivar uma relação mais equilibrada entre "vida familiar" e "vida profissional", numa visão de valorização dos recursos femininos e de busca do bem-estar da família.
A sociedade e as organizações precisam cada vez mais de líderes que saibam encarar com determinação, humanidade e prontidão os desafios do terceiro milênio. O mestrado é um laboratório, uma ponte entre o mundo acadêmico e o mundo empresarial, para formar pessoas capazes de desenvolver ideias e projetos de pesquisa inovadores.
O curso aborda novos modelos organizacionais que promovem a conciliação da vida familiar e do trabalho, bem como novos paradigmas para o desenvolvimento de uma cultura de humanidade verdadeira no âmbito organizacional e econômico.
O objetivo é fornecer um quadro completo sobre o assunto, combinando elementos teóricos e práticos. O mestrado fornece ferramentas úteis para o planejamento e para a implementação de iniciativas de "equilíbrio trabalho-vida", com especial enfoque nos benefícios para a empresa, para os funcionários e para as suas famílias.
O curso trará ainda importantes testemunhos diretos de empresários e gestores e a participação do aluno em laboratórios e mesas redondas. Os participantes poderão também escolher cursos profissionalizantes opcionais.
Fonte: Zenit.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
A unidade inseparável entre a fé e a caridade
Queridos irmãos e irmãs!
A liturgia da Palavra deste domingo nos apresenta como modelo de fé as figuras de duas viúvas. E nos apresenta em paralelo: uma no Primeiro Livro dos Reis (17,10-16), a outra no Evangelho de Marcos (12, 41-44). Ambas as mulheres são muito pobres, e nestas condições demonstram uma grande féem Deus. Aprimeira aparece no ciclo das narrações sobre o profeta Elias. Este, durante o tempo de carestia, recebe do Senhor a ordem de ir para perto de Sídon, ou seja, fora de Israel, em território pagão. Ali se encontra com esta viúva e pede água para beber e um pouco de pão. A mulher responde que restava a ela apenas um pouco de farinha e algumas gotas de óleo, mas depois que o profeta insiste e promete que, se ela o escutasse, farinha e óleo não faltariam, ela o escuta e é recompensada.
A segunda viúva, a do Evangelho, é percebida por Jesus no templo de Jerusalém, precisamente junto ao cofre, onde as pessoas colocavam as esmolas. Jesus vê que esta mulher joga no cofre duas moedas; então, chama os discípulos e explica que a sua esmola é maior do que a dos ricos, porque, enquanto esses deram o que tinham em abundância, a viúva ofertou “tudo o que tinha, tudo o que tinha para o seu sustento” (Mc 12, 44).
A partir destes dois episódios bíblicos, sabiamente combinados, é possível obter um precioso ensinamento sobre a fé. Essa aparece como a atitude interior daqueles que fundamentam a própria vida em Deus, na sua Palavra, e confia plenamente Nele. A viuvez, na antiguidade, era em si mesma uma situação de grande necessidade. Por isso, na Bíblia, as viúvas e os órfãos são pessoas de quem Deus cuida de modo especial: eles perderam seu apoio terreno, mas Deus continua sendo o Esposo deles, os Pais deles. Todavia, a Escritura diz que a condição efetiva de necessidade, neste caso o fato de ser viúva, não é suficiente: Deus pede sempre a nossa livre adesão de fé, que se expressa no amor por Ele e pelo próximo. Ninguém é tão pobre que não possa dar alguma coisa.
De fato, as viúvas de hoje demonstram sua fé realizando um gesto de caridade: uma para com o profeta e a outra dando esmola. Assim, testemunham a unidade inseparável entre a fé e a caridade, entre o amor a Deus e o amor ao próximo – como nos recordava o Evangelho de domingo passado. O Papa São Leão Magno, cuja memória celebramos ontem, afirma: “A balança da justiça divina não pesa a quantidade dos dons, mas o peso dos corações. A viúva do Evangelho depositou no cofre do templo duas moedas e superou os dons de todos os ricos. Nenhum gesto de bondade perde sentido diante de Deus, nenhum ato de misericórdia permanece sem fruto”. (Sermo de jejunio dec.mens., 90, 3).
A Virgem Maria é exemplo perfeito de quem oferece todo o seu ser confiando em Deus; com esta fé disse ao Anjo o seu “Eis- me aqui” e acolheu a vontade do Senhor. Maria ajude também a cada um de nós, neste Ano da Fé, a reforçar a confiança em Deus e na sua Palavra.
Após o Ângelus, antes de saudar os peregrinos em várias línguas, Bento XVI disse:
Queridos irmãos e irmãs!
Ontem, em Spoleto, foi proclamada Beata Maria Luisa Prosperi, que viveu em meados do século XIX, monja e abadessa do mosteiro beneditino de Trevi. Juntamente com toda a Família beneditina e a Comunidade diocesana de Spoleto-Norcia, louvamos ao Senhor por esta sua filha, que quis associar de modo particular à Paixão de Cristo.
Hoje na Itália celebra-se o “Dia do Agradecimento”. No contexto do Ano da fé, o tema da jornada - “Confia no Senhor, faz o bem e habita a Terra” (Sal 37,3) - reforça a necessidade de um estilo de vida enraizado na fé, para reconhecer com alma agradecida a mão criadora e providente de Deus, que alimenta seus filhos. Saudações e parabéns a todos os agricultores!
Fonte: Zenit.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Rádio e a televisão são ferramentas importantes da nova evangelização
Venerados irmãos no episcopado e no sacerdócio, queridos irmãos e irmãs!
No início desta solene celebração, eu gostaria de cumprimentar cordialmente todos vocês, aqui presentes, em especial os bispos, os superiores dos padres redentoristas e os promotores da família da Rádio Maria.
Vocês vieram em grande número, da Polônia e de outros países, respondendo ao chamamento do papa Bento XVI a fazer peregrinações especiais a Roma e à Terra Santa durante o Ano da Fé.
Estas peregrinações são uma expressão privilegiada da fé pessoal e comunitária, um testemunho do amor de Deus e do amor pelo próximo, um sinal de esperança de que a viagem da vida encontra a sua meta ao se deixar guiar pelas mãos misericordiosas do Pai Celestial.
Vocês vieram até o túmulo do Apóstolo Pedro; até as memórias de tantos santos de todos os tempos, entre eles o grande papa e beato João Paulo II, para aprender com eles a fé. A fé, de fato, além de ser conhecimento da verdade, é também, e acima de tudo, um encontro pessoal e vivo com Jesus Cristo, o Caminho, a Verdade e a Vida.
Em particular, queridos irmãos e irmãs, você querem hoje agradecer ao Senhor pelos 20 anos da Rádio Maria na Polônia e pedir a sua bênção para o futuro desta emissora e do canal televisivo TRWAM. Nosso Senhor sabe o bem que foi semeado no coração dos ouvintes através da oração comum, da proclamação do evangelho, da catequese, da informação sobre a vida da Igreja e da transmissão ao vivo das celebrações e das viagens papais. Eu os acompanho sinceramente nesta ação de graças!
No mundo contemporâneo, a rádio e a televisão se tornaram meios não apenas de informação, mas, cada vez mais, também de comunicação e de formação. Como tais, eles são ferramentas importantes da nova evangelização, isto é, do anúncio de Cristo feito de modo adequado à cultura, às necessidades e às sensibilidades das pessoas de hoje. Para que elas possam de fato cumprir essa missão, é necessário que todas as pessoas envolvidas, gerentes, redatores e os ouvintes em si, sejam inspiradas pelo Espírito Santo, sejam fiéis seguidores de Cristo, prontos para testemunhá-lo com amor na frente de todos, seja dos irmãos na fé, seja daqueles que não compartilham das mesmas crenças.
Por isso, durante esta santa missa, eu peço ao Senhor, por intercessão da Virgem Maria e do Apóstolo Pedro, que renove as suas bênçãos em abundância para a Família Rádio Maria, para que a rádio e a televisão que o grupo mantém sejam meios sempre mais eficazes de evangelização, para o bem da humanidade, do seu país e da Igreja universal.
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