O Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo, inicia uma campanha em solidariedade às vítimas das enchentes de São Luiz do Paraitinga (SP). Serão enviados para a cidade três carregamentos de mantimentos, com previsão de saída do primeiro às 15h de hoje, dia 5. Serão arrecadadas cestas básicas, velas, roupas e água potável.
A campanha terá duração de duas semanas. E há a possibilidade de que mais dois carregamentos sigam com as doações para São Luiz na segunda-feira, 11, e no dia 18.
Junto com as doações, o Santuário enviará todas as doações de alimentos que são feitas diariamente pelos romeiros e devotos de Nossa Senhora Aparecida.
“Habitualmente recebemos no Santuário Nacional, doações de devotos da Mãe Aparecida, fruto de promessas e agradecimentos pela intercessão de Maria Santíssima. Esse material, que durante todo o ano repassamos às entidades assistenciais do município, será, nas próximas duas semanas, somado àquele que também doado pelas pessoas da cidade”, explicou o reitor do Santuário Nacional, padre Darci Nicioli.
Os interessados podem trazer suas doações e entregá-las na Tribuna Papa Bento XVI (em frente a Basílica), durante todos os dias, até o dia 18 de janeiro, no horário das 8h às 17h, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.
Fonte: CNBB
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
2,2 milhões de peregrinos com o Papa em 2009
Número é praticamente igual ao de 2008
O Vaticano revelou esta Terça-feira que 2,24 milhões de peregrinos estiveram com o Papa em 2009, nas audiências gerais e nos encontros que tiveram lugar no pequeno Estado ou em Castel Gandolfo. O número é sensivelmente igual ao de 2008 (2,21 milhões de pessoas”.
Os dados recolhidos pela prefeitura da Casa Pontifícia dizem respeito a 44 audiências gerais, celebrações litúrgicas, audiências especiais e ao Angelus. Este último momento foi o que congregou mais fiéis, num total de 1,12 milhões. Abril foi o mês com maior afluência de peregrinos: 350 mil.
Quanto às celebrações litúrgicas, congregaram 470 mil pessoas, particularmente em Abril (187 mil), mês em que decorreu a canonização de Nuno Álvares Pereira e outros quatro santos.
Nas audiências gerais houve 537 500 pessoas, tanto na Praça de São Pedro como na sala Paulo VI. Também Abril foi o mês em que se registaram mais peregrinos para este encontro semanal: 130 mil pessoas.
Por último, as audiências especiais registam 115 mil participantes, número que em 2008 tinha sido de 226 mil.
Estes números não incluem os dados das três viagens do Papa ao estrangeiro (Angola e Camarões, Terra Santa e República Checa) nem das cinco dentro da Itália ou às paróquias de Roma.
Fonte: Agencia Ecclesia
O Vaticano revelou esta Terça-feira que 2,24 milhões de peregrinos estiveram com o Papa em 2009, nas audiências gerais e nos encontros que tiveram lugar no pequeno Estado ou em Castel Gandolfo. O número é sensivelmente igual ao de 2008 (2,21 milhões de pessoas”.
Os dados recolhidos pela prefeitura da Casa Pontifícia dizem respeito a 44 audiências gerais, celebrações litúrgicas, audiências especiais e ao Angelus. Este último momento foi o que congregou mais fiéis, num total de 1,12 milhões. Abril foi o mês com maior afluência de peregrinos: 350 mil.
Quanto às celebrações litúrgicas, congregaram 470 mil pessoas, particularmente em Abril (187 mil), mês em que decorreu a canonização de Nuno Álvares Pereira e outros quatro santos.
Nas audiências gerais houve 537 500 pessoas, tanto na Praça de São Pedro como na sala Paulo VI. Também Abril foi o mês em que se registaram mais peregrinos para este encontro semanal: 130 mil pessoas.
Por último, as audiências especiais registam 115 mil participantes, número que em 2008 tinha sido de 226 mil.
Estes números não incluem os dados das três viagens do Papa ao estrangeiro (Angola e Camarões, Terra Santa e República Checa) nem das cinco dentro da Itália ou às paróquias de Roma.
Fonte: Agencia Ecclesia
«Legião de Honra» para missionários
Bispo do Sara foi agraciado com a distinção do governo francês, juntamente com escritores, intelectuais, homens de negócio e mulheres do espectáculo
Vários missionários e missionárias receberam a distinção concedida pelo presidente francês Nicolas Sarkozy, como Marie-Louise Duvigneau, conhecida como a Irmã Teresita, religiosa da congregação das Filhas da Caridade, que trabalha na Bolívia, e o padre Jean-Joseph Perrin, que trabalha no Togo.Entre os novos premiados com a Legião de Honra figura o bispo francês da diocese do Sara, Claude Rault. Numa entrevista à Rádio Vaticana descreveu a sua diocese como “uma Igreja minúscula e frágil, que tomou a decisão de estar com todos aqueles que continuam a esperar contra toda a esperança”. A diocese do Sara é a mesma de Charles de Foucauld. Tem 25 sacerdotes e religiosos, 35 religiosas, 10 leigos e 11 comunidades. “Sou um bispo nómada”, explicou Claude Rault. “A minha missão é sobretudo ajudar as comunidades a viver a nossa presença no modo mais evangélico e a ser instrumentos de encontro e de diálogo”. O bispo do Sara acrescentou que “a nossa Igreja acompanha o povo do interior da Argélia”.Claude Rault é testemunha do massacre de seus confrades há vários anos, mas também viu a violência cega e insensata abater-se sobre pobres inocentes. Apesar disso, conserva um olhar indulgente sobre o povo argelino: “Se houve fundamentalismo muçulmano, se houve fanatismo e violência inaudita, houve e há homens e mulheres do Islão que procuram um modo de vida fundado sobre a tolerância e respeito recíproco”.
Fonte: Fátima Missionária.
Vários missionários e missionárias receberam a distinção concedida pelo presidente francês Nicolas Sarkozy, como Marie-Louise Duvigneau, conhecida como a Irmã Teresita, religiosa da congregação das Filhas da Caridade, que trabalha na Bolívia, e o padre Jean-Joseph Perrin, que trabalha no Togo.Entre os novos premiados com a Legião de Honra figura o bispo francês da diocese do Sara, Claude Rault. Numa entrevista à Rádio Vaticana descreveu a sua diocese como “uma Igreja minúscula e frágil, que tomou a decisão de estar com todos aqueles que continuam a esperar contra toda a esperança”. A diocese do Sara é a mesma de Charles de Foucauld. Tem 25 sacerdotes e religiosos, 35 religiosas, 10 leigos e 11 comunidades. “Sou um bispo nómada”, explicou Claude Rault. “A minha missão é sobretudo ajudar as comunidades a viver a nossa presença no modo mais evangélico e a ser instrumentos de encontro e de diálogo”. O bispo do Sara acrescentou que “a nossa Igreja acompanha o povo do interior da Argélia”.Claude Rault é testemunha do massacre de seus confrades há vários anos, mas também viu a violência cega e insensata abater-se sobre pobres inocentes. Apesar disso, conserva um olhar indulgente sobre o povo argelino: “Se houve fundamentalismo muçulmano, se houve fanatismo e violência inaudita, houve e há homens e mulheres do Islão que procuram um modo de vida fundado sobre a tolerância e respeito recíproco”.
Fonte: Fátima Missionária.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Os Reis Magos
Cidade do Vaticano - Comemora-se no próximo dia 6 o “Dia de Reis”, isto é, a festa dos Reis Magos. Dentro de nossa liturgia, essa comemoração está intrinsecamente unida à Epifania, ou seja à manifestação de Deus, já que o mistério renovado é a manifestação de Jesus Cristo a todos os povos. Contudo, para facilitar a celebração de mistério tão importante, passou-se sua liturgia para o domingo logo após à solenidade de Maria, Mãe de Deus. Todavia, nosso calendário popular continua assinalando o dia 6 de janeiro como o Dia de Reis.
Mas, quem são os Reis Magos? Vamos procurar responder a essa pergunta estudando os Evangelhos e pesquisando em inúmeros documentos.
Em primeiro lugar, o relato de São Mateus não é uma reconstituição histórica do que de fato aconteceu, pelo menos não foi essa sua intenção. O Evangelista e sua comunidade original quiseram mostrar que o Messias não veio para salvar uma pátria, mas todo o mundo. Mateus escreve para os judeus cristianizados, quer mostrar que Jesus é o descendente de Davi e que sua missão é oferecida aos pagãos.
Não parece verdadeiro que toda Jerusalém tenha ficado alarmada e nem que Herodes tenha convocado todos os sumo sacerdotes e nem que tenha permitido aos magos prosseguirem em seu caminho. Também não deve ser verdadeiro que a estrela tenha seguido um curso contrário às leis naturais. Não se deve buscar uma explicação segundo as leis da astronomia.
Quanto aos “Reis Magos”, o texto evangélico não fala em três, mas em “magos do Oriente”.
No século III, Orígenes fala em três, provavelmente por causa dos três presentes: “ouro, incenso e mirra”. Já São João Crisóstomo, no século IV, fala em 12. Em algumas catacumbas encontramos o números 2 e 4.
Os nomes usuais Melchior, Gaspar e Baltasar aparecem em um manuscrito do século V.
Segundo Heródoto, os “magos” eram uma tribo dos medos, que se transformou numa casta de sacerdotes entre os persas e que praticavam a adivinhação, a medicina e a astrologia.
Provavelmente Mateus pensa em astrólogos oriundos da Babilônia. Para os judeus, “Oriente” era toda a terra que se estendia além do Jordão. Devido aos presentes oferecidos ao Menino, a tradição cristã considerou os magos oriundos da Arábia, o país do incenso. Já em Is 60,6 vemos
que a estrela-guia, na época de Mateus essa idéia não causaria estranheza alguma. Flávio Josefo, um grande historiador judeu, relata histórias semelhantes de estrelas que surgiam quando nascia pessoa destinada a uma grande missão. Por isso, a reação de Herodes, e muito provável.
Mas essa história da estrela já surgiu em Nm 24, 17.19, mil e duzentos anos antes do nascimento de Jesus: “Eu o vejo, mas não é um acontecimento que acontecerá dentro de pouco tempo; sinto-o, mas não está perto: uma estrela desponta da estirpe de Jacó, um reino, surgido de Israel, se levanta... Um rebento de Jacó dominará sobre seus inimigos”.
E agora, em que vamos acreditar?
O relato de Mateus deve ser compreendido à luz da intenção teológica do evangelista, o qual não pretendeu escrever um relato histórico, mas mostrar o significado salvífico do nascimento de Jesus: ele veio para todos os homens, como a luz. Ao ser acendida, ilumina a todos, indistintamente.
Fonte: Rádio Vaticano
Mas, quem são os Reis Magos? Vamos procurar responder a essa pergunta estudando os Evangelhos e pesquisando em inúmeros documentos.
Em primeiro lugar, o relato de São Mateus não é uma reconstituição histórica do que de fato aconteceu, pelo menos não foi essa sua intenção. O Evangelista e sua comunidade original quiseram mostrar que o Messias não veio para salvar uma pátria, mas todo o mundo. Mateus escreve para os judeus cristianizados, quer mostrar que Jesus é o descendente de Davi e que sua missão é oferecida aos pagãos.
Não parece verdadeiro que toda Jerusalém tenha ficado alarmada e nem que Herodes tenha convocado todos os sumo sacerdotes e nem que tenha permitido aos magos prosseguirem em seu caminho. Também não deve ser verdadeiro que a estrela tenha seguido um curso contrário às leis naturais. Não se deve buscar uma explicação segundo as leis da astronomia.
Quanto aos “Reis Magos”, o texto evangélico não fala em três, mas em “magos do Oriente”.
No século III, Orígenes fala em três, provavelmente por causa dos três presentes: “ouro, incenso e mirra”. Já São João Crisóstomo, no século IV, fala em 12. Em algumas catacumbas encontramos o números 2 e 4.
Os nomes usuais Melchior, Gaspar e Baltasar aparecem em um manuscrito do século V.
Segundo Heródoto, os “magos” eram uma tribo dos medos, que se transformou numa casta de sacerdotes entre os persas e que praticavam a adivinhação, a medicina e a astrologia.
Provavelmente Mateus pensa em astrólogos oriundos da Babilônia. Para os judeus, “Oriente” era toda a terra que se estendia além do Jordão. Devido aos presentes oferecidos ao Menino, a tradição cristã considerou os magos oriundos da Arábia, o país do incenso. Já em Is 60,6 vemos
que a estrela-guia, na época de Mateus essa idéia não causaria estranheza alguma. Flávio Josefo, um grande historiador judeu, relata histórias semelhantes de estrelas que surgiam quando nascia pessoa destinada a uma grande missão. Por isso, a reação de Herodes, e muito provável.
Mas essa história da estrela já surgiu em Nm 24, 17.19, mil e duzentos anos antes do nascimento de Jesus: “Eu o vejo, mas não é um acontecimento que acontecerá dentro de pouco tempo; sinto-o, mas não está perto: uma estrela desponta da estirpe de Jacó, um reino, surgido de Israel, se levanta... Um rebento de Jacó dominará sobre seus inimigos”.
E agora, em que vamos acreditar?
O relato de Mateus deve ser compreendido à luz da intenção teológica do evangelista, o qual não pretendeu escrever um relato histórico, mas mostrar o significado salvífico do nascimento de Jesus: ele veio para todos os homens, como a luz. Ao ser acendida, ilumina a todos, indistintamente.
Fonte: Rádio Vaticano
Vaticano confirma visita do Papa a Sinagoga
A comunidade israelense de Roma confirmou, em uma nota divulgada hoje pela sala de imprensa do Vaticano, a visita do papa Bento XVI à sinagoga da capital italiana, marcada para a tarde do próximo dia 17. "O encontro ocorrerá em ocasião do [21°] Dia Para o Aprofundamento e o Desenvolvimento do Diálogo Entre Católicos e Judeus, que neste ano coincide com a festa hebraica romana do Mo'èd di Piombo", explica o comunicado. O Mo'èd di Piombo é uma festa que relembra um acontecimento de 1793, quando o povo da cidade tentou incendiar as casas do gueto judeu acusando-os de protegerem os franceses que chegavam à Itália com ideias revolucionárias. Inesperadamente, uma forte chuva caiu sobre Roma extinguindo o fogo, dispersando os atacantes e salvando os hebreus, que passaram a encarar o caso como um milagre. A ocasião representa a vontade de sobreviver às perseguições e ao antissemitismo. A confirmação da visita de Bento XVI é divulgada semanas após a polêmica despertada pela assinatura do Decreto das Virtudes de Pio XII. Ocorrida no dia 19 de dezembro, esta é uma das últimas etapas para a beatificação do papa, que exerceu seu pontificado entre 1939 e 1958. A iniciativa foi criticada pela comunidade judaica, que acusa Pio XII de ter sido omisso perante a morte de milhões de judeus no episódio que ficou conhecido como Holocausto, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). A Santa Sé contemporizou a polêmica afirmando que a assinatura do Decreto das Virtudes era uma avaliação positiva da maneira como o papa havia manifestado "fé, esperança e caridade em grau superior ao que se espera normalmente dos fiéis" e que o exame não se aprofundava no "alcance histórico de suas decisões".
Fonte: ANSA
Fonte: ANSA
São Paulo promove encontro continental de Leigos Missionários
Acontece em São Paulo, Brasil, de 3 a 7, o 1° Encontro Continental dos Leigos Missionários da Consolata na América. Participam aproximadamente 60 pessoas vindas da Argentina, Brasil, Colômbia e Estados Unidos.
Representam os missionários da Consolata, a irmã Gabriella Bono, a irmã Renata Conti, o padre Antônio Fernandes e alguns superiores das regiões, bem como padres, seminaristas e religiosos missionários.“Manifesto minha alegria em terem escolhido São Paulo para acolher este Encontro. Sem dúvida é um momento de graça e presença do espírito”, afirmou padre Lírio Girardi, superior regional do Brasil, durante a apresentação dos participantes e abertura dos trabalhos no Centro Missionário José Allamano.A programação do Encontro conta com orações inculturadas, apresentação dos caminhos e trabalhos missionários regionais, noites culturais, entre outras atividades. Uma peregrinação ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, no dia 7, encerrará os trabalhos.
Fonte: Revista Missões
Representam os missionários da Consolata, a irmã Gabriella Bono, a irmã Renata Conti, o padre Antônio Fernandes e alguns superiores das regiões, bem como padres, seminaristas e religiosos missionários.“Manifesto minha alegria em terem escolhido São Paulo para acolher este Encontro. Sem dúvida é um momento de graça e presença do espírito”, afirmou padre Lírio Girardi, superior regional do Brasil, durante a apresentação dos participantes e abertura dos trabalhos no Centro Missionário José Allamano.A programação do Encontro conta com orações inculturadas, apresentação dos caminhos e trabalhos missionários regionais, noites culturais, entre outras atividades. Uma peregrinação ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, no dia 7, encerrará os trabalhos.
Fonte: Revista Missões
O jovens e sua missão evangelizadora
Como todos os anos, celebra-se na Solenidade da Epifania o Dia Missionário dos Jovens, cujo objetivo é formar os mais jovens à dimensão missionária da fé e conscientizá-los sobre a missão evangelizadora a eles confiada.
O Dia é promovido pela Pontifícia Obra da Infância Missionária, fundada em 1843, e envolve 6 mil jovens missionários. O tema escolhido para esta edição na Itália é “A Boa Nova viaja sem passaporte”, e quer destacar a eficácia da Palavra de Deus, que não conhece barreiras ou confins.
O subsídio elaborado para o evento ressalta que a Encarnação do Verbo aboliu qualquer distância entre Deus e o homem, já que o próprio Filho de Deus quis assumir a natureza humana para revelar ao homem o rosto do Pai.
Em todos os tempos e lugares, a Igreja de Deus – e seus fiéis mais jovens – dão continuidade à obra do Mestre e levam a Boa Nova a todos os homens, superando limites, tais como culturas, tradições e diferenças sociais.
O dia de amanhã será vivido pelos jovens com a oração, a partilha e a solidariedade. Durante a liturgia da Epifania, os pequenos doam as economias feitas durante o ano para pequenos projetos, em vários continentes.
Na África, a iniciativa beneficiará a diocese de Djougou, no Benim, onde as crianças órfãs são consideradas ‘feiticeiras’.
Na América, as ofertas vão ser destinadas à Guiana, Diocese de Georgetown, e serão utilizadas para construir um centro de assistência alimentar, médica e escolar para crianças abandonadas.
Dois projetos estão sendo ajudados na Ásia: em Bangladesh, na Diocese de Khulna, será realizada uma estrutura para a assistência escolar e social das crianças ‘Dalit’ (menos favorecidas); e na Diocese de Baku, no Azerbaijão, onde se pretende construir um edifício de assistência escolar, recreativa e de formação cristã para menores abandonados.
Na Oceania, as economias de juventude missionária contribuirão para criar um centro para crianças com problemas respiratórios na Papua Nova Guiné, na Diocese de Bougainville.
Fonte: Rádio Vaticano
O Dia é promovido pela Pontifícia Obra da Infância Missionária, fundada em 1843, e envolve 6 mil jovens missionários. O tema escolhido para esta edição na Itália é “A Boa Nova viaja sem passaporte”, e quer destacar a eficácia da Palavra de Deus, que não conhece barreiras ou confins.
O subsídio elaborado para o evento ressalta que a Encarnação do Verbo aboliu qualquer distância entre Deus e o homem, já que o próprio Filho de Deus quis assumir a natureza humana para revelar ao homem o rosto do Pai.
Em todos os tempos e lugares, a Igreja de Deus – e seus fiéis mais jovens – dão continuidade à obra do Mestre e levam a Boa Nova a todos os homens, superando limites, tais como culturas, tradições e diferenças sociais.
O dia de amanhã será vivido pelos jovens com a oração, a partilha e a solidariedade. Durante a liturgia da Epifania, os pequenos doam as economias feitas durante o ano para pequenos projetos, em vários continentes.
Na África, a iniciativa beneficiará a diocese de Djougou, no Benim, onde as crianças órfãs são consideradas ‘feiticeiras’.
Na América, as ofertas vão ser destinadas à Guiana, Diocese de Georgetown, e serão utilizadas para construir um centro de assistência alimentar, médica e escolar para crianças abandonadas.
Dois projetos estão sendo ajudados na Ásia: em Bangladesh, na Diocese de Khulna, será realizada uma estrutura para a assistência escolar e social das crianças ‘Dalit’ (menos favorecidas); e na Diocese de Baku, no Azerbaijão, onde se pretende construir um edifício de assistência escolar, recreativa e de formação cristã para menores abandonados.
Na Oceania, as economias de juventude missionária contribuirão para criar um centro para crianças com problemas respiratórios na Papua Nova Guiné, na Diocese de Bougainville.
Fonte: Rádio Vaticano
Assinar:
Postagens (Atom)