O Santuário de Fátima recordou na quarta-feira (13) as 33 vítimas do desabamento de terra na mina de São José, no Chile, que começaram a ser resgatados ontem.
“O nosso pensamento neste momento vai com alegria para o Chile, onde estão a ser resgatados os mineiros que estavam soterrados”, disse o bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, no momento final da missa da peregrinação internacional de Outubro.
Os peregrinos presentes no Santuário de Fátima responderam às palavras do bispo com uma grande salva de palmas.
“Demos graças a Deus e a Nossa Senhora e mandamos votos de felicitações para os nossos irmãos do Chile”, concluiu.
Fonte: Zenit.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Bento XVI reza pelos mineiros chilenos no dia do seu resgate
Durante a audiência geral de hoje, Bento XVI dirigiu um breve pensamento aos mineiros chilenos, muitos dos quais hoje voltaram a ver a luz, depois de 69 dias de permanência a quase 700 metros de profundidade.
Ao dirigir-se aos peregrinos em espanhol, depois da sua catequese sobre a experiência mística da Beata Angela de Foligno, mística que viveu no século XIII, o Papa sublinhou o valor da amizade com Cristo e acrescentou: "À sua divina bondade continuo confiando com esperança os mineiros da região de Atacama, no Chile".
Estas breves palavras do Papa foram pronunciadas poucos minutos depois da saída do sétimo dos 33 mineiros presos na mina de São José desde o dia 5 de agosto e que começaram a sair graças a uma delicada operação de salvamento.
Fonte: Zenit.
Ao dirigir-se aos peregrinos em espanhol, depois da sua catequese sobre a experiência mística da Beata Angela de Foligno, mística que viveu no século XIII, o Papa sublinhou o valor da amizade com Cristo e acrescentou: "À sua divina bondade continuo confiando com esperança os mineiros da região de Atacama, no Chile".
Estas breves palavras do Papa foram pronunciadas poucos minutos depois da saída do sétimo dos 33 mineiros presos na mina de São José desde o dia 5 de agosto e que começaram a sair graças a uma delicada operação de salvamento.
Fonte: Zenit.
Deus tem mil formas de mostrar que existe, afirma Papa
"Deus tem mil maneiras - para cada um a sua - de fazer-se presente na alma, de mostrar que existe, que me conhece e ama", considera Bento XVI.
O Pontífice chegou a esta conclusão hoje, ao apresentar na catequese a figura da Beata Angela de Foligno, mística italiana que viveu entre 1248-1309, da Ordem Terceira Franciscana.
O Papa recordou que Angela havia levado uma vida mundana, afastada do pensamento de Deus, até que, em 1285, invocou São Francisco de Assis, quem lhe apareceu em uma visão, e depois ela decidiu confessar-se.
Começou então um rico e tortuoso caminho espiritual. Em primeiro lugar, explicou Bento XVI, ela não tinha a sensação de ser amada por Deus, senão que sentia "vergonha".
Angela, explicou, "sente o dever de ter de dar algo a Deus para reparar seus pecados, mas lentamente compreende que não tem nada para dar-lhe; pelo contrário, é 'nada' diante d'Ele; compreende que não será sua vontade que dará amor a Deus, porque esta só pode dar-lhe seu 'nada', o 'não amor'".
Acompanha-a "o pensamento do inferno, porque quanto mais a alma progride no caminho da perfeição cristã, mais se convencerá não somente de ser 'indigna', mas de merecer o inferno".
O Crucificado que salva da indignidade
"Em seu caminho místico, Angela compreende de maneira profunda a realidade central: o que a salvará da sua 'indignidade' e de 'merecer o inferno' não será sua 'união com Deus' e seu possuir a 'verdade', mas Jesus crucificado, 'sua crucifixão por mim', seu amor."
A conversão de Angela, inciada com a confissão de 1285, chegará à maturidade somente quando o perdão de Deus aparecer à sua alma como o dom gratuito de amor do Pai, fonte de amor, reconheceu o Papa.
À luz da vida desta mística, o Papa concluiu deixando uma lição para nossos dias: "Hoje estamos todos em perigo de viver como se Deus não existisse: Ele parece muito longe da vida atual. Mas Deus tem mil maneiras - para cada um a sua - de fazer-se presente na alma, de mostrar que existe, que me conhece e ama. E a Beata Angela quer nos deixar atentos a estes sinais com os quais o Senhor nos toca a alma, atentos à presença de Deus, para aprender, assim, o caminho com Deus e rumo a Deus, na comunhão com Cristo Crucificado. Oremos ao Senhor para que nos torne atentos aos sinais da sua presença, que nos ensine a viver realmente".
Fonte: Zenit.
O Pontífice chegou a esta conclusão hoje, ao apresentar na catequese a figura da Beata Angela de Foligno, mística italiana que viveu entre 1248-1309, da Ordem Terceira Franciscana.
O Papa recordou que Angela havia levado uma vida mundana, afastada do pensamento de Deus, até que, em 1285, invocou São Francisco de Assis, quem lhe apareceu em uma visão, e depois ela decidiu confessar-se.
Começou então um rico e tortuoso caminho espiritual. Em primeiro lugar, explicou Bento XVI, ela não tinha a sensação de ser amada por Deus, senão que sentia "vergonha".
Angela, explicou, "sente o dever de ter de dar algo a Deus para reparar seus pecados, mas lentamente compreende que não tem nada para dar-lhe; pelo contrário, é 'nada' diante d'Ele; compreende que não será sua vontade que dará amor a Deus, porque esta só pode dar-lhe seu 'nada', o 'não amor'".
Acompanha-a "o pensamento do inferno, porque quanto mais a alma progride no caminho da perfeição cristã, mais se convencerá não somente de ser 'indigna', mas de merecer o inferno".
O Crucificado que salva da indignidade
"Em seu caminho místico, Angela compreende de maneira profunda a realidade central: o que a salvará da sua 'indignidade' e de 'merecer o inferno' não será sua 'união com Deus' e seu possuir a 'verdade', mas Jesus crucificado, 'sua crucifixão por mim', seu amor."
A conversão de Angela, inciada com a confissão de 1285, chegará à maturidade somente quando o perdão de Deus aparecer à sua alma como o dom gratuito de amor do Pai, fonte de amor, reconheceu o Papa.
À luz da vida desta mística, o Papa concluiu deixando uma lição para nossos dias: "Hoje estamos todos em perigo de viver como se Deus não existisse: Ele parece muito longe da vida atual. Mas Deus tem mil maneiras - para cada um a sua - de fazer-se presente na alma, de mostrar que existe, que me conhece e ama. E a Beata Angela quer nos deixar atentos a estes sinais com os quais o Senhor nos toca a alma, atentos à presença de Deus, para aprender, assim, o caminho com Deus e rumo a Deus, na comunhão com Cristo Crucificado. Oremos ao Senhor para que nos torne atentos aos sinais da sua presença, que nos ensine a viver realmente".
Fonte: Zenit.
Santa Sé denuncia nova corrida armamentista global
Em menos de uma década, aumentaram 50% dos gastos militares mundiais, segundo denunciou a Santa Sé nas Nações Unidas, relançando a ideia de destinar o que hoje se gasta em armas à criação de um fundo mundial para o desenvolvimento.
O arcebispo Francis Chullikatt, núncio apostólico, observador permanente vaticano na ONU, interveio na 65ª assembleia geral desta instituição, que tratava o tema do desarmamento e da segurança internacional.
O representante do Papa começou recolhendo um informe (SIPRI, "Yearbook" 2010, Oxford 2010) que mostra como os gastos militares mundiais alcançaram, em 2009, 1.1531 bilhões de dólares, um incremento, em termos reais, de 49% com relação ao ano 2000 e de 6% com relação ao 2008.
"São cifras impressionantes, sobretudo à luz da Carta das Nações Unidas, que não busca construir a segurança e a paz sobre um equilíbrio de medo, mas sobre o respeito pleno dos direitos e liberdades fundamentais das pessoas e dos povos."
Além disso, recordou, a Carta das Nações Unidas compromete os Estados na promoção do estabelecimento e manutenção da "paz e da segurança internacionais, com o menor desvio possível dos recursos econômicos e humanos".
"Os importantes recursos, tanto humanos como materiais, dedicados a objetivos militares, não só distraem, mas também impedem a promoção de um autêntico desenvolvimento, a luta contra a pobreza e o término da atual crise internacional."
O prelado retomou a proposta lançada em 1964 pelo Papa Paulo VI, quem considerou que os recursos destinados aos gastos militares poderiam ser utilizados para criar um "fundo mundial para programas de desenvolvimento, que poderiam ser de especial benefício para os mais pobres".
"Infelizmente, é um projeto que ainda está esperando ser realizado, pois requer que todos os Estados se unam em uma manifestação de sua boa fé e contribuam, assim, para a paz e a segurança internacionais", indicou o núncio apostólico.
No que se refere às armas nucleares, o representante da Santa Sé vê uma grande contradição.
"Por um lado, a linguagem de muitos países mudou, indicando talvez um desejo de virar a página e superar a ideia da dissuasão como pilar das relações internacionais - reconheceu; por outro, parece difícil chegar a uma mudança real nas políticas e nas ações. As reduções estratégicas dos arsenais nucleares são passos importantes, mas são insuficientes quando não seguidos por um desarmamento geral e efetivo, realizado com boa vontade no nível multilateral e internacional", indicou.
A Santa Sé promoveu os tratados internacionais destinados a garantir o desarmamento no âmbito global, com a esperança de que também sirvam para refletir e fortalecer as instituições internacionais e, em geral, "os fóruns da diplomacia multilateral".
"A comunidade internacional está chamada a encontrar soluções originais e práticas aos objetivos desejados, entre os quais se encontra o desarmamento completo", concluiu Dom Chullikatt.
Mais informação em www.holyseemission.org
Fonte: Zenit.
O arcebispo Francis Chullikatt, núncio apostólico, observador permanente vaticano na ONU, interveio na 65ª assembleia geral desta instituição, que tratava o tema do desarmamento e da segurança internacional.
O representante do Papa começou recolhendo um informe (SIPRI, "Yearbook" 2010, Oxford 2010) que mostra como os gastos militares mundiais alcançaram, em 2009, 1.1531 bilhões de dólares, um incremento, em termos reais, de 49% com relação ao ano 2000 e de 6% com relação ao 2008.
"São cifras impressionantes, sobretudo à luz da Carta das Nações Unidas, que não busca construir a segurança e a paz sobre um equilíbrio de medo, mas sobre o respeito pleno dos direitos e liberdades fundamentais das pessoas e dos povos."
Além disso, recordou, a Carta das Nações Unidas compromete os Estados na promoção do estabelecimento e manutenção da "paz e da segurança internacionais, com o menor desvio possível dos recursos econômicos e humanos".
"Os importantes recursos, tanto humanos como materiais, dedicados a objetivos militares, não só distraem, mas também impedem a promoção de um autêntico desenvolvimento, a luta contra a pobreza e o término da atual crise internacional."
O prelado retomou a proposta lançada em 1964 pelo Papa Paulo VI, quem considerou que os recursos destinados aos gastos militares poderiam ser utilizados para criar um "fundo mundial para programas de desenvolvimento, que poderiam ser de especial benefício para os mais pobres".
"Infelizmente, é um projeto que ainda está esperando ser realizado, pois requer que todos os Estados se unam em uma manifestação de sua boa fé e contribuam, assim, para a paz e a segurança internacionais", indicou o núncio apostólico.
No que se refere às armas nucleares, o representante da Santa Sé vê uma grande contradição.
"Por um lado, a linguagem de muitos países mudou, indicando talvez um desejo de virar a página e superar a ideia da dissuasão como pilar das relações internacionais - reconheceu; por outro, parece difícil chegar a uma mudança real nas políticas e nas ações. As reduções estratégicas dos arsenais nucleares são passos importantes, mas são insuficientes quando não seguidos por um desarmamento geral e efetivo, realizado com boa vontade no nível multilateral e internacional", indicou.
A Santa Sé promoveu os tratados internacionais destinados a garantir o desarmamento no âmbito global, com a esperança de que também sirvam para refletir e fortalecer as instituições internacionais e, em geral, "os fóruns da diplomacia multilateral".
"A comunidade internacional está chamada a encontrar soluções originais e práticas aos objetivos desejados, entre os quais se encontra o desarmamento completo", concluiu Dom Chullikatt.
Mais informação em www.holyseemission.org
Fonte: Zenit.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Outubro, mês missionário
O mundo não conhece a Deus. As civilizações se desenvolvem, a tecnologia avança, o homem conquista grandes descobertas - mas o mundo ainda não conhece Deus.
Há aqueles que não o conhecem porque sempre viveram em um ambiente de crendices, superstições, idolatrias e buscas de filosofias que não são cristãs como o espiritismo que nega a ressurreição de Cristo e, por isso, incompatível com a fé cristã católica, sendo até antagônica. Estes precisam que um missionário lhes mostre, com palavras, meditações e ações, a existência de um Deus uno e trino – Pai, Filho e Espírito Santo – que nos ama e que quer ser amado por nós, principalmente através do amor aos nossos semelhantes.
Há aqueles que já foram informados sobre esse Pai amantíssimo, mas a ganância, a violência, o egoísmo não lhes deixam conhecer realmente o projeto de felicidade que Deus tem para nós. É preciso que alguém lhes abra os olhos e os faça enxergar e viver as maravilhas do céu, cujo caminho não é o mais fácil, mas, certamente, é o mais seguro.
Infelizmente, há também aqueles que conhecem a ternura e o amor de Deus, mas, por isso mesmo, se acham tão melhores do que os outros, que se assentam em sua altivez, esquecendo que a humildade, a simplicidade nos conservam mais perto do Pai e que o orgulho nos afasta d'Ele.
Para todos esses, urge que surjam missionários dispostos a mostrar ao mundo o Deus verdadeiro, que é amoroso, simples: que aplaude a humildade e o serviço espontâneo e desinteressado.
O mês de outubro é considerado no seio da Igreja Católico como o mês das missões para lembrar-nos de nos tornar missionários, levando a Palavra de Deus a todos que, de uma maneira ou de outra, não a conhecem realmente.
Em nossa Diocese da Campanha, depois do sucesso do Retiro dos Missionários em Varginha, no mês de setembro de 2010, agora estamos mobilizando os nossos missionários para a dinamização do retiro paroquial e do efetivo início das Santas Missões Populares, neste grande concurso pastoral, de visitar a todas as casas e comunidades de nossas Paróquias levando a Boa Nova de Jesus Cristo.
O Santo Padre Bento XVI em sua mensagem para o dia das missões de 2010 nos exorta: “Queridos irmãos e irmãs, que o Dia Mundial das Missões seja ocasião útil para compreender sempre melhor que o testemunho do amor, alma da Missão, diz respeito a todos. De fato, servir o Evangelho não deve ser considerado uma aventura solitária, mas um compromisso compartilhado de todas as comunidades. Ao lado dos que estão na linha de frente nas fronteiras da evangelização – e refiro-me aqui com gratidão aos missionários e missionárias -, muitos outros, crianças, jovens e adultos, com sua oração e cooperação, contribuem, de várias formas, para a difusão do Reino de Deus na terra. Desejo que esta co-participação, graças à colaboração de todos, aumente sempre”.
Por isso, como nos convoca o Santo Padre, não sejamos individualistas e vivendo uma fé intimistas, mas na missão de juntos construirmos a Igreja nos coloquemos como discípulos-missionários de Jesus Cristo, colocando a mão no arado e nos apresentando ao nosso Pároco, para que possamos como missionários levar o amor de Deus e a caridade àqueles que ainda não vivem uma fé que nos coloca nos espírito de redes de comunidade, na partilha e na caridade.
Por isso é preciso que nós, que somos cristãos conscientes, tomemos o mês de outubro como ocasião de reflexão e de ponto de partida para um trabalho que, embora seja árduo, é compensador e nos ajudará a construir um mundo melhor, que cada vez mais de pareça com o Céu.
Fonte: Padre Wagner Augusto Portugal
Há aqueles que não o conhecem porque sempre viveram em um ambiente de crendices, superstições, idolatrias e buscas de filosofias que não são cristãs como o espiritismo que nega a ressurreição de Cristo e, por isso, incompatível com a fé cristã católica, sendo até antagônica. Estes precisam que um missionário lhes mostre, com palavras, meditações e ações, a existência de um Deus uno e trino – Pai, Filho e Espírito Santo – que nos ama e que quer ser amado por nós, principalmente através do amor aos nossos semelhantes.
Há aqueles que já foram informados sobre esse Pai amantíssimo, mas a ganância, a violência, o egoísmo não lhes deixam conhecer realmente o projeto de felicidade que Deus tem para nós. É preciso que alguém lhes abra os olhos e os faça enxergar e viver as maravilhas do céu, cujo caminho não é o mais fácil, mas, certamente, é o mais seguro.
Infelizmente, há também aqueles que conhecem a ternura e o amor de Deus, mas, por isso mesmo, se acham tão melhores do que os outros, que se assentam em sua altivez, esquecendo que a humildade, a simplicidade nos conservam mais perto do Pai e que o orgulho nos afasta d'Ele.
Para todos esses, urge que surjam missionários dispostos a mostrar ao mundo o Deus verdadeiro, que é amoroso, simples: que aplaude a humildade e o serviço espontâneo e desinteressado.
O mês de outubro é considerado no seio da Igreja Católico como o mês das missões para lembrar-nos de nos tornar missionários, levando a Palavra de Deus a todos que, de uma maneira ou de outra, não a conhecem realmente.
Em nossa Diocese da Campanha, depois do sucesso do Retiro dos Missionários em Varginha, no mês de setembro de 2010, agora estamos mobilizando os nossos missionários para a dinamização do retiro paroquial e do efetivo início das Santas Missões Populares, neste grande concurso pastoral, de visitar a todas as casas e comunidades de nossas Paróquias levando a Boa Nova de Jesus Cristo.
O Santo Padre Bento XVI em sua mensagem para o dia das missões de 2010 nos exorta: “Queridos irmãos e irmãs, que o Dia Mundial das Missões seja ocasião útil para compreender sempre melhor que o testemunho do amor, alma da Missão, diz respeito a todos. De fato, servir o Evangelho não deve ser considerado uma aventura solitária, mas um compromisso compartilhado de todas as comunidades. Ao lado dos que estão na linha de frente nas fronteiras da evangelização – e refiro-me aqui com gratidão aos missionários e missionárias -, muitos outros, crianças, jovens e adultos, com sua oração e cooperação, contribuem, de várias formas, para a difusão do Reino de Deus na terra. Desejo que esta co-participação, graças à colaboração de todos, aumente sempre”.
Por isso, como nos convoca o Santo Padre, não sejamos individualistas e vivendo uma fé intimistas, mas na missão de juntos construirmos a Igreja nos coloquemos como discípulos-missionários de Jesus Cristo, colocando a mão no arado e nos apresentando ao nosso Pároco, para que possamos como missionários levar o amor de Deus e a caridade àqueles que ainda não vivem uma fé que nos coloca nos espírito de redes de comunidade, na partilha e na caridade.
Por isso é preciso que nós, que somos cristãos conscientes, tomemos o mês de outubro como ocasião de reflexão e de ponto de partida para um trabalho que, embora seja árduo, é compensador e nos ajudará a construir um mundo melhor, que cada vez mais de pareça com o Céu.
Fonte: Padre Wagner Augusto Portugal
Sentido da vida germina na família, explica Papa
O sentido da vida germina na família, segundo explicou Bento XVI na tarde deste domingo aos milhares de jovens que participaram do último encontro de sua visita dominical à Sicília, na Praça Politeama de Palermo.
O encontro, no qual estiveram presentes 6 mil escoteiros, fechou com chave de ouro o evento eclesial regional das famílias e dos jovens da Sicília, motivo central da 21ª viagem apostólica deste pontificado dentro da Itália.
O Bispo de Roma apresentou o testemunho de Chiara Badano, jovem falecida aos 19 anos por uma doença incurável (1971-1990), beatificada no último dia 25 de setembro, no santuário do Divino Amor de Roma.
"Dezenove anos plenos de vida no amor e na luz, uma luz que irradiava ao seu redor e vinha de dentro: do seu coração repleto de Deus", afirmou.
Perguntando-se como uma jovem de apenas 17 ou 18 anos, humanamente sem esperança, poderia difundir tanto amor, serenidade e paz, o Papa afirmou que era evidente que se tratava de uma graça de Deus preparada e acompanhada pela colaboração humana, dos seus pais e amigos.
Ao destacar que esta luz, que provém da fé e do amor, foi acesa em primeiro lugar pelos pais da jovem beata, Bento XVI sublinhou que esta é a mensagem que ele trazia para as famílias sicilianas: "A família é fundamental, porque é nela que germina na alma humana a primeira percepção do sentido da vida".
"Floresce na relação com a mãe e com o pai, que não são donos da vida dos filhos, mas os primeiros colaboradores de Deus na transmissão da vida e da fé", acrescentou.
E exortou os jovens: "Não tenham medo de contra-arrestar o mal. Juntos, sereis como um bosque que cresce, talvez silencioso, mas capaz de dar frutos, de transmitir vida e de renovar de maneira profunda a vossa terra".
E fazendo referência à dura realidade siciliana, sublinhou: "Não cedais às sugestões da máfia, que é um caminho de morte, incompatível com o Evangelho".
Ao voltar a Roma, no caminho rumo ao aeroporto da ilha, o Papa se deteve para rezar no lugar em que o juiz Giovanni Falcone foi assassinado, em maio de 1992, pela máfia.
O Santo Padre desceu do carro e colocou um ramo de flores na beira da estrada, permanecendo em oração durante uns momentos, nos quais rezou por todas as vítimas da máfia, segundo revelou o Pe. Federico Lombardi, SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé.
Fonte: Zenit.
O encontro, no qual estiveram presentes 6 mil escoteiros, fechou com chave de ouro o evento eclesial regional das famílias e dos jovens da Sicília, motivo central da 21ª viagem apostólica deste pontificado dentro da Itália.
O Bispo de Roma apresentou o testemunho de Chiara Badano, jovem falecida aos 19 anos por uma doença incurável (1971-1990), beatificada no último dia 25 de setembro, no santuário do Divino Amor de Roma.
"Dezenove anos plenos de vida no amor e na luz, uma luz que irradiava ao seu redor e vinha de dentro: do seu coração repleto de Deus", afirmou.
Perguntando-se como uma jovem de apenas 17 ou 18 anos, humanamente sem esperança, poderia difundir tanto amor, serenidade e paz, o Papa afirmou que era evidente que se tratava de uma graça de Deus preparada e acompanhada pela colaboração humana, dos seus pais e amigos.
Ao destacar que esta luz, que provém da fé e do amor, foi acesa em primeiro lugar pelos pais da jovem beata, Bento XVI sublinhou que esta é a mensagem que ele trazia para as famílias sicilianas: "A família é fundamental, porque é nela que germina na alma humana a primeira percepção do sentido da vida".
"Floresce na relação com a mãe e com o pai, que não são donos da vida dos filhos, mas os primeiros colaboradores de Deus na transmissão da vida e da fé", acrescentou.
E exortou os jovens: "Não tenham medo de contra-arrestar o mal. Juntos, sereis como um bosque que cresce, talvez silencioso, mas capaz de dar frutos, de transmitir vida e de renovar de maneira profunda a vossa terra".
E fazendo referência à dura realidade siciliana, sublinhou: "Não cedais às sugestões da máfia, que é um caminho de morte, incompatível com o Evangelho".
Ao voltar a Roma, no caminho rumo ao aeroporto da ilha, o Papa se deteve para rezar no lugar em que o juiz Giovanni Falcone foi assassinado, em maio de 1992, pela máfia.
O Santo Padre desceu do carro e colocou um ramo de flores na beira da estrada, permanecendo em oração durante uns momentos, nos quais rezou por todas as vítimas da máfia, segundo revelou o Pe. Federico Lombardi, SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé.
Fonte: Zenit.
Após crise do Equador, Igreja pede serenidade e diálogo
Após os incidentes da última quinta-feira entre a polícia e o presidente da República, Rafael Correa, a Igreja apresentou o diálogo como caminho para superar os problemas que o país enfrenta.
Mediante um comunicado de imprensa, a Conferência Episcopal Equatoriana (CEE) propôs a posição da Igreja Católica diante dos recentes fatos de rebeldia da força pública equatoriana contra a Assembleia Nacional e o próprio presidente.
Os bispos equatorianos reconhecem que houve reclamações de vários setores da sociedade nos últimos meses; no entanto, denunciam que a crise que envolveu o presidente Correa levou o país a uma situação próxima da anarquia.
Em seu comunicado, a CEE lançou um apelo à serenidade e ao diálogo positivo entre os equatorianos como único caminho para chegar a uma solução da situação atual.
Após reconhecer que "as violências causam transtornos extremamente prejudiciais e duradouros, causantes de problemas às vezes irreversíveis à respeitabilidade das instituições democráticas, à vida e possessões dos cidadãos e à solidez do sistema nacional", pediram a todos, especialmente aos policiais e militares, que voltem ao Estado de Direito.
"Pedimos ao governo e à Assembleia Nacional que, longe de impor suas decisões de forma unilateral, abram-se a um autêntico processo de diálogo, que leve a uma convivência construtiva e concertada; que confirmem sua legitimidade cada dia pelo seu respeito aos demais e evitando a tentação de utilizar o poder que lhes foi conferido fora dos caminhos do Estado de Direito", afirma o comunicado.
Para finalizar, destacaram que "somente um diálogo assíduo, audaz e construtivo poderá nos levar a um Equador melhor. É importante, neste momento, que a liberdade de expressão cidadã, através dos meios de comunicação, seja inteiramente garantida".
Fonte: Zenit.
Mediante um comunicado de imprensa, a Conferência Episcopal Equatoriana (CEE) propôs a posição da Igreja Católica diante dos recentes fatos de rebeldia da força pública equatoriana contra a Assembleia Nacional e o próprio presidente.
Os bispos equatorianos reconhecem que houve reclamações de vários setores da sociedade nos últimos meses; no entanto, denunciam que a crise que envolveu o presidente Correa levou o país a uma situação próxima da anarquia.
Em seu comunicado, a CEE lançou um apelo à serenidade e ao diálogo positivo entre os equatorianos como único caminho para chegar a uma solução da situação atual.
Após reconhecer que "as violências causam transtornos extremamente prejudiciais e duradouros, causantes de problemas às vezes irreversíveis à respeitabilidade das instituições democráticas, à vida e possessões dos cidadãos e à solidez do sistema nacional", pediram a todos, especialmente aos policiais e militares, que voltem ao Estado de Direito.
"Pedimos ao governo e à Assembleia Nacional que, longe de impor suas decisões de forma unilateral, abram-se a um autêntico processo de diálogo, que leve a uma convivência construtiva e concertada; que confirmem sua legitimidade cada dia pelo seu respeito aos demais e evitando a tentação de utilizar o poder que lhes foi conferido fora dos caminhos do Estado de Direito", afirma o comunicado.
Para finalizar, destacaram que "somente um diálogo assíduo, audaz e construtivo poderá nos levar a um Equador melhor. É importante, neste momento, que a liberdade de expressão cidadã, através dos meios de comunicação, seja inteiramente garantida".
Fonte: Zenit.
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