No final de 2013, a popularidade do papa Francisco na mídia era indiscutível: as revistas mais prestigiosas do mundo o apresentavam na capa, o escolhiam como pessoa do ano, o listavam entre os mais influentes do planeta, ele era “trendic topic” no Facebook e no Twitter… Um ano depois, o furor midiático não tem a mesma intensidade, mas prevalece a imagem positiva do papa Francisco junto ao público de todo o mundo.
O instituto de pesquisas norte-americano Pew Research Center estudou a imagem do papa nos cinco continentes entre 30 de outubro de 2013 e 4 de março de 2014 e entre 17 de março e 5 de junho deste mesmo ano. Os resultados mundiais mostram que a imagem do papa é positiva para 60% dos entrevistados. 28% não o qualificaram e 11% não o veem favoravelmente (cf. “Pope Francis’ Image Positive in Much of World”, 11.12.2014).
Por continente, 84% dos europeus têm uma opinião muito boa sobre Francisco. Na América Latina, 72% da população o vê positivamente. A avaliação positiva diminui para 41% na Ásia, 40% na África e 25% no Oriente Médio. Nos Estados Unidos, a avaliação positiva é de 78%.
Em números absolutos, 28 dos 43 países pesquisados dizem ter boa opinião sobre o papa (destaque para América Latina e Europa). Na Argentina, este é o caso de 91% dos entrevistados. Sete em cada dez brasileiros, colombianos, mexicanos e peruanos reiteram esta qualificação.
Na Europa, 9 em cada 10 poloneses, italianos e franceses veem o papa positivamente; na Espanha e na Alemanha, 8 em cada 10. No Reino Unido, 6,5 em cada 10.
Os melhores resultados na Ásia foram registrados nas Filipinas (88%) e na Coreia do Sul (86%). Na Tailândia, Bangladesh, Japão e Vietnã, 4 em cada 10 pessoas lhe dão esta qualificação.
A avalição positiva na África chega a 70% em Uganda e na Tanzânia, diminuindo para 56% no Quênia. No Oriente Próximo, atinge 62% dos libaneses, mas fica em torno de 33% no Egito, na Jordânia e na Turquia.
Fonte: Zenit.
sábado, 13 de dezembro de 2014
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Clima: "O tempo para encontrar soluções globais está se esgotando"
Nos primeiros 12 dias de dezembro, a cidade de Lima e o povo do Peru teve a honra de receber a XX Conferência dos Estados Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, cujo programa tem como objetivo verificar o andamento da aplicação deste instrumento jurídico, de conteúdo crucial no presente momento histórico.
Em vista do evento, o Papa Francisco enviou uma mensagem a Manuel Pulga Vidal, ministro do Meio Ambiente da República do Peru e Presidente da XX Conferência sobre Mudanças Climáticas- Lima, para expressar sua proximidade e encorajar os organizadores e participantes, para que "o trabalho destes dias sejam realizados com ‘espírito’ aberto e generoso".
"O que vocês discutem afeta toda a humanidade, especialmente os pobres e as gerações futuras", afirmou o Santo Padre. "É uma grave responsabilidade ética e moral", acrescenta.
O Pontífice destaca também que é significativo que "a Conferência aconteça nas costas adjacentes à corrente marítima de Humboldt, que une em um abraço simbólico os povos da América, Oceania e Ásia e que desempenha um papel fundamental no clima do todo o planeta".
"As consequências das mudanças climáticas - diz ele - que já sentimos dramaticamente em muitos estados, especialmente nas ilhas do Pacífico, nos lembram da gravidade da negligência e da omissão."
"O tempo para encontrar soluções globais está se esgotando", disse Francisco, destacando ainda que é possível encontrar soluções adequadas "se agirmos juntos e concordes."
De acordo com o Santo Padre, existe um "claro, definitivo e inadiável imperativo ético de agir": "A luta eficaz contra o aquecimento global só será possível através de uma resposta coletiva responsável, que ultrapassa os interesses e comportamentos particulares, desenvolvidos sem pressões políticas e econômicas.”
Uma resposta coletiva capaz de superar a "desconfiança" e promover "uma cultura de solidariedade, de encontro e de diálogo; capaz de mostrar a responsabilidade de proteger o planeta e a família humana".
Bergoglio, "de coração", em seguida, reiterou o augúrio "que na Conferência de Lima, bem como nos encontros sucessivos que serão decisivos para as negociações sobre o clima, se coloque em ato um diálogo imbuído da cultura e dos valores que a alimentam: justiça, respeito e igualdade".
Fonte: Zenit.
Em vista do evento, o Papa Francisco enviou uma mensagem a Manuel Pulga Vidal, ministro do Meio Ambiente da República do Peru e Presidente da XX Conferência sobre Mudanças Climáticas- Lima, para expressar sua proximidade e encorajar os organizadores e participantes, para que "o trabalho destes dias sejam realizados com ‘espírito’ aberto e generoso".
"O que vocês discutem afeta toda a humanidade, especialmente os pobres e as gerações futuras", afirmou o Santo Padre. "É uma grave responsabilidade ética e moral", acrescenta.
O Pontífice destaca também que é significativo que "a Conferência aconteça nas costas adjacentes à corrente marítima de Humboldt, que une em um abraço simbólico os povos da América, Oceania e Ásia e que desempenha um papel fundamental no clima do todo o planeta".
"As consequências das mudanças climáticas - diz ele - que já sentimos dramaticamente em muitos estados, especialmente nas ilhas do Pacífico, nos lembram da gravidade da negligência e da omissão."
"O tempo para encontrar soluções globais está se esgotando", disse Francisco, destacando ainda que é possível encontrar soluções adequadas "se agirmos juntos e concordes."
De acordo com o Santo Padre, existe um "claro, definitivo e inadiável imperativo ético de agir": "A luta eficaz contra o aquecimento global só será possível através de uma resposta coletiva responsável, que ultrapassa os interesses e comportamentos particulares, desenvolvidos sem pressões políticas e econômicas.”
Uma resposta coletiva capaz de superar a "desconfiança" e promover "uma cultura de solidariedade, de encontro e de diálogo; capaz de mostrar a responsabilidade de proteger o planeta e a família humana".
Bergoglio, "de coração", em seguida, reiterou o augúrio "que na Conferência de Lima, bem como nos encontros sucessivos que serão decisivos para as negociações sobre o clima, se coloque em ato um diálogo imbuído da cultura e dos valores que a alimentam: justiça, respeito e igualdade".
Fonte: Zenit.
Apresentam a missa da Virgem de Guadalupe no Vaticano
O Santo Padre Francisco confiou à Pontifícia Comissão para a América Latina (CAL) a organização deste evento a ser realizado na sexta-feira, 12 de dezembro, na Basílica de São Pedro. Foi o que disse o professor Guzmán Carriquiry na coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira na Rádio Vaticano, durante a qual se apresentou o evento. Estavam presentes o novo embaixador argentino junto à Santa Sé, Eduardo Valdés; a ministra de Cultura, Teresa Parodi; o secretário de Culto, Guillermo Oliveri; a cantora Patricia Sosa, e o professor Facundo Ramirez, filho do compositor da missa crioula, Ariel Ramirez.
O Papa Francisco quando recebeu na manhã de ontem, 10, Facundo Ramirez, disse: "Seu pai era uma grande pessoa e um místico, qualquer um que tenha escutado o ‘Cordeiro de Deus’ se dá conta”, disse Facundo.
"A celebração presidida pelo Santo Padre, o primeiro papa latino-americano de dois mil anos de história da Igreja tem um significado muito particular”, disse o secretário da CAL. E lembrou que o Santo Padre indicou que a Virgem de Guadalupe faz parte do caminho latino-americano e da sua identidade. “Porque Nossa Senhora de Guadalupe, disse, é padroeira da América Latina mas também imperatriz de todo o continente americano, até mesmo padroeira das Filipinas”.
Esclareceu que a missa crioula na Basílica de São Pedro não será um concerto, mas uma celebração litúrgica, eucarística, acompanhada pelos lindos cantos com finalidade litúrgica. Também cantará o Coro da Capela Sistina, dando uma combinação adequada.
A música da missa crioula será dirigida por Facundo Ramirez e cantada por Patricia Sosa. Alguns cantos litúrgicos, como o de entrada, o final e eucarísticos, serão cantados pelo coro da Sistina. Também será entoado o hino guadalupano e uma série de canções de natal do folclore popular que acompanharão uma oração que fará o Papa Francisco. Também indicou que os cantos de natal que têm a letra do poeta Felix Luna, serão interpretados por dois músicos que acompanharam Ariel durante muitos anos.
Acrescentou que uns mil filipinos residentes em Roma, pediram entradas para a celebração do 12, pois querem ver o Papa antes de que viaje para as Filipinas no próximo mês.
Disse também que a missa será celebrada por 750 sacerdotes, majoritariamente latino-americanos que estudam em Roma. A eucaristia será concelebrada por cinco cardeais: o cardeal Norberto Rivera Carreras porque é o custódio da sagrada imagem de Guadalupe e arcebispo da Cidade do México; o cardeal Raymundo Damasceno, presidente da Conferência Episcopal dos Bispos do Brasil e luso brasileiro; o cardeal Francisco Javier Errázuriz, do Chile; o cardeal Marc Ouellet, presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina, e ao mesmo tempo canadense; e o cardeal Sean O'Malley dos EUA, com fortes raízes na comunidade hispânica nos Estados Unidos. Comentou também que o arcebispo de Buenos Aires, o cardeal Poli tinha sido convidado, mas não pode ir por compromissos já assumidos.
O professor Carriquiry disse que a primeira viagem de Ariel Ramirez, foi em torno de março de 1967, quando entregou a sua obra musical nas mãos de Paulo VI.
Outros que falaram foram o embaixador nomeado para a Argentina, que não escondeu a sua alegria e emoção para participar neste evento; o ministro Paroli, que destacou todo o legado que deixou Ariel Ramirez e que vem com um profundo sentimento religioso no coração do povo. Patricia Sosa vinda do rock, conseguiu preparar este trabalho magnífico com uma contribuição pessoal que traz e contou seu encontro e posterior colaboração com o compositor Ariel. Por sua parte, o secretário de Culto da Argentina, Guillermo Oliveri, lembrou que desde o começo do ano se começou a falar sobre o evento, com o embaixador Juan Pablo Cafiero, e foi preparado em várias reuniões em que tudo correu naturalmente. O maestro Facundo Ramirez agradeceu emocionado, por este evento que foi organizado pelos 50 anos da composição realizada pelo seu pai Ariel. O porta-voz da Santa Sé, padre Federico Lombardi, disse que quando ele era um estudante de filosofia, um bom número de seminaristas eram da América Latina e já cantavam uma parte da Missa Crioula.
Muitos anos depois de sua composição, a missa crioula foi, em 1988, interpretada pelo tenor José Carreras, na sala Paulo VI. E há três anos na Basílica de São Pedro, se cantou a missa crioula em uma missa diante da Virgem de Guadalupe, celebrada por Bento XVI.
Fonte: Zenit.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Por uma América Latina mais humana e fraterna
São mais de 50 organizações sociais, iniciativas e movimentos presentes em 12 países da América Latina e Caribe, que buscam a transformação social através de uma cultura baseada na fraternidade. As atividades realizadas são em diversas frentes: incidência política, social, econômica, ambiental, cultural e intergeracional. As iniciativas têm como característica principal a promoção do protagonismo e a participação de todos os atores envolvidos.
Manifesto
Há 64 anos da declaração do Dia Internacional dos Direitos Humanos e do chamado lançado pela Assembleia Geral das Nações Unidas “a todos os povos do mundo”, nós, membros da UNIRedes, desejamos manifestar:
Nossa união em uma rede disposta a criar verdadeiros vínculos de colaboração capazes de auxiliar na construção de um mundo mais justo, solidário e empenhado na busca pelo respeito pleno aos direitos humanos;O compromisso de cultivar e difundir uma cultura que respeite e proteja a dignidade, a liberdade e os direitos das pessoas nos locais onde estamos presentes e, consequentemente, de cada ser humano;O trabalho incansável para fomentar, em nosso território, uma consciência firme e convencida do seu valor como ser humano e o apoio à difusão desta perspectiva ao maior número possível de pessoas;O desejo de compartilhar experiências, boas práticas, elementos para a formação e capacitação de nossos membros, necessidades e carências para que possamos nos fortalecer reciprocamente sem barreiras geográficas ou idiomáticas, de modo a auxiliar a compreensão de que todo ser humano é parte de uma única família;O apoio a todos os que desejam trabalhar em conjunto fazendo mais visível e concretas a justiça e a fraternidade no mundo, superando a falta de dignidade a que muitos seres humanos estão sujeitos.Um chamado público às instituições governamentais, aos diversos organismos da sociedade civil e às pessoas que sustentam iniciativas de ações sociais, que se unam e compartilhem os nossos esforços para podermos construir um mundo no qual os direitos inerentes a cada indivíduo não sejam violados, mas sim, protegidos e garantidos em sua plenitude.
Por fim, a UNIRedes vem a público expor seu compromisso de colaborar com as pessoas e instituições engajadas em iniciativas de ação social transformadora, somando esforços para construção de um mundo mais fraterno.
Para saber mais: www.sumafraternidad.org
Contatos: info@sumafraternidad.org (ARG) / uniredes@focolares.org.br (BR)
Organizações da UNIRedes:
1. Apadis (Asociación de Padres de Ayuda al Discapacitado) – Argentina
2. Asociación Civil Nuevo Sol – Argentina
3. Associação de Apoio à Criança e ao Adolescente (AACA) – Brasil
4. Associação de Apoio à Família, ao Grupo e à Comunidade do Distrito Federal (Afago-DF) – Brasil
5. Associação de Apoio à Família, ao Grupo e à Comunidade de São Paulo (Afago-SP) – Brasil
6. Associação Famílias em Solidariedade (Afaso) – Brasil
7. Associação Famílias em Solidariedade de Cascavel (Afasovel) – Brasil
8. Associação Nacional por uma Economia de Comunhão (Anpecom) – Brasil
9. Associação Civitas - Brasil
10. Associação Pró-Adoções a Distância (Apadi) – Brasil
11. Associação Nossa Senhora Rainha da Paz (Anspaz) – Brasil
12. Casa de los Niños – Bolívia
13. Casa do Menor São Miguel Arcanjo – Brasil
14. Centro de Atención Integral Las Águilas – México
15. Centro Social Roger Cunha - Brasil
16. Codeso (Comunión para el Desarrollo Social) – Uruguai
17. Colégio Santa Maria – México
18. Dispensario Medico Igino Giordani – México
19. Editora Cidade Nova - Brasil
20. Fazenda da Esperança - Brasil
21. Fundación Unisol – Bolivia
22. Fundación Mundo Mejor – Colômbia
23. Grupo Pensar – Brasil
24. Hacienda de la Esperanza de Guadalajara – México
25. Instituto Mundo Unido – Brasil
26. Núcleo de Ação Comunitária (NAC)/Núcleo Educacional Fiore – Brasil
27. Núcleo de Ação Voluntária (NAV) – Brasil
28. Promoción Integral de la Persona para una Sociedad Fraterna – México
29. Refúgio Urbano – México
30. Saúde, Diálogo e Comunhão – Brasil
31. Sociedade Movimento dos Focolari Nordeste/Escola Santa Maria – Brasil
32. Sociedade Movimento dos Focolari – Brasil
33. Unipar (Unidad y Participación) – Paraguai
A UNIRedes também está presente por meio de iniciativas sociais e movimentos em Chile, Cuba, El Salvador, Guatemala e Venezuela.
Fonte: Zenit.
Há 64 anos da declaração do Dia Internacional dos Direitos Humanos e do chamado lançado pela Assembleia Geral das Nações Unidas “a todos os povos do mundo”, nós, membros da UNIRedes, desejamos manifestar:
Nossa união em uma rede disposta a criar verdadeiros vínculos de colaboração capazes de auxiliar na construção de um mundo mais justo, solidário e empenhado na busca pelo respeito pleno aos direitos humanos;O compromisso de cultivar e difundir uma cultura que respeite e proteja a dignidade, a liberdade e os direitos das pessoas nos locais onde estamos presentes e, consequentemente, de cada ser humano;O trabalho incansável para fomentar, em nosso território, uma consciência firme e convencida do seu valor como ser humano e o apoio à difusão desta perspectiva ao maior número possível de pessoas;O desejo de compartilhar experiências, boas práticas, elementos para a formação e capacitação de nossos membros, necessidades e carências para que possamos nos fortalecer reciprocamente sem barreiras geográficas ou idiomáticas, de modo a auxiliar a compreensão de que todo ser humano é parte de uma única família;O apoio a todos os que desejam trabalhar em conjunto fazendo mais visível e concretas a justiça e a fraternidade no mundo, superando a falta de dignidade a que muitos seres humanos estão sujeitos.Um chamado público às instituições governamentais, aos diversos organismos da sociedade civil e às pessoas que sustentam iniciativas de ações sociais, que se unam e compartilhem os nossos esforços para podermos construir um mundo no qual os direitos inerentes a cada indivíduo não sejam violados, mas sim, protegidos e garantidos em sua plenitude.
Por fim, a UNIRedes vem a público expor seu compromisso de colaborar com as pessoas e instituições engajadas em iniciativas de ação social transformadora, somando esforços para construção de um mundo mais fraterno.
Para saber mais: www.sumafraternidad.org
Contatos: info@sumafraternidad.org (ARG) / uniredes@focolares.org.br (BR)
Organizações da UNIRedes:
1. Apadis (Asociación de Padres de Ayuda al Discapacitado) – Argentina
2. Asociación Civil Nuevo Sol – Argentina
3. Associação de Apoio à Criança e ao Adolescente (AACA) – Brasil
4. Associação de Apoio à Família, ao Grupo e à Comunidade do Distrito Federal (Afago-DF) – Brasil
5. Associação de Apoio à Família, ao Grupo e à Comunidade de São Paulo (Afago-SP) – Brasil
6. Associação Famílias em Solidariedade (Afaso) – Brasil
7. Associação Famílias em Solidariedade de Cascavel (Afasovel) – Brasil
8. Associação Nacional por uma Economia de Comunhão (Anpecom) – Brasil
9. Associação Civitas - Brasil
10. Associação Pró-Adoções a Distância (Apadi) – Brasil
11. Associação Nossa Senhora Rainha da Paz (Anspaz) – Brasil
12. Casa de los Niños – Bolívia
13. Casa do Menor São Miguel Arcanjo – Brasil
14. Centro de Atención Integral Las Águilas – México
15. Centro Social Roger Cunha - Brasil
16. Codeso (Comunión para el Desarrollo Social) – Uruguai
17. Colégio Santa Maria – México
18. Dispensario Medico Igino Giordani – México
19. Editora Cidade Nova - Brasil
20. Fazenda da Esperança - Brasil
21. Fundación Unisol – Bolivia
22. Fundación Mundo Mejor – Colômbia
23. Grupo Pensar – Brasil
24. Hacienda de la Esperanza de Guadalajara – México
25. Instituto Mundo Unido – Brasil
26. Núcleo de Ação Comunitária (NAC)/Núcleo Educacional Fiore – Brasil
27. Núcleo de Ação Voluntária (NAV) – Brasil
28. Promoción Integral de la Persona para una Sociedad Fraterna – México
29. Refúgio Urbano – México
30. Saúde, Diálogo e Comunhão – Brasil
31. Sociedade Movimento dos Focolari Nordeste/Escola Santa Maria – Brasil
32. Sociedade Movimento dos Focolari – Brasil
33. Unipar (Unidad y Participación) – Paraguai
A UNIRedes também está presente por meio de iniciativas sociais e movimentos em Chile, Cuba, El Salvador, Guatemala e Venezuela.
Fonte: Zenit.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
A alegria da Igreja é ser mãe, não um "organograma perfeito"
À Igreja Católica não serve um “organograma perfeito" se depois não for uma mãe fecunda capaz de gerar filhos que são "cristãos alegres”. Disse o Papa Francisco esta manhã, durante a missa na capela da Casa Santa Marta.
Sobre a primeira leitura de hoje (Is 40,1-11), o Papa falou de um "povo" que "precisa de consolação" e a encontra no Senhor. "Nós, normalmente - disse ele - fugimos da consolação, temos desconfiança, sentimos mais confortáveis nas nossas coisas, mais confortáveis nas nossas faltas, nos nossos pecados."
Mas quando vem o Espírito trazer "consolação", nos leva "para outro lado que não podemos controlar: é precisamente o abandono à consolação do Senhor"; e "a consolação mais forte é a da misericórdia e do perdão."
Francisco, em seguida, reiterou: "deixai-vos consolar pelo Senhor; é o único que pode nos consolar", embora "estejamos acostumados a alugar pequenas consolações” que depois “não servem”.
Um exemplo desse consolo do Senhor é a parábola da "ovelha perdida"; exemplo de como a Igreja faz "festa" e "sente-se feliz quando sai de si mesma", quando uma pessoa "é consolada" e "sente a misericórdia e o perdão do Senhor. "
O Bom Pastor quando perde uma de suas cem ovelhas, poderia apenas "fazer as contas de um bom comerciante" e estimar como uma perda não muito ruim para o orçamento... Mas Deus tendo um “coração de pastor" sai para procurar sua ovelha até que a encontra e lhe faz “uma festa, sente-se alegre".
A Igreja sente a "alegria de sair para procurar os irmãos e irmãs que estão longe" e, agindo assim, "torna-se mãe, torna-se fecunda."
Quando a Igreja não "sai", a Igreja "se fecha em si mesma", mesmo sendo "bem organizada", com um "organograma perfeito", corre o risco de perder a "alegria", a "festa", a "paz"; torna-se uma "Igreja sem esperança, ansiosa, triste", uma Igreja mais "solteirona" do que mãe, uma Igreja "museu", que "não serve".
"A alegria da Igreja é dar à luz - continuou o Papa- a alegria da Igreja é sair de si mesma para dar vida; a alegria da Igreja é andar à procura daquelas ovelhas que se perderam: a alegria da Igreja é precisamente aquela ternura de pastor, a ternura da mãe".
A passagem de Isaías retoma a imagem do "um pastor que alimenta seu rebanho e com os braços o reúne”: “Alegria da Igreja é sair de si mesma tornar-se fecunda”.
Em sua invocação final, o Santo Padre pediu ao Senhor que nos dê a graça de "ser cristãos alegres na fecundidade da mãe Igreja" e não "cristãos tristes, impacientes, sem esperança, ansiosos", que tem tudo perfeito, mas não tem "filhos".
“Que o Senhor nos console com a consolação da ternura de Jesus e a sua misericórdia no perdão dos nossos pecados”, concluiu Francisco.
Fonte: Zenit.
Sobre a primeira leitura de hoje (Is 40,1-11), o Papa falou de um "povo" que "precisa de consolação" e a encontra no Senhor. "Nós, normalmente - disse ele - fugimos da consolação, temos desconfiança, sentimos mais confortáveis nas nossas coisas, mais confortáveis nas nossas faltas, nos nossos pecados."
Mas quando vem o Espírito trazer "consolação", nos leva "para outro lado que não podemos controlar: é precisamente o abandono à consolação do Senhor"; e "a consolação mais forte é a da misericórdia e do perdão."
Francisco, em seguida, reiterou: "deixai-vos consolar pelo Senhor; é o único que pode nos consolar", embora "estejamos acostumados a alugar pequenas consolações” que depois “não servem”.
Um exemplo desse consolo do Senhor é a parábola da "ovelha perdida"; exemplo de como a Igreja faz "festa" e "sente-se feliz quando sai de si mesma", quando uma pessoa "é consolada" e "sente a misericórdia e o perdão do Senhor. "
O Bom Pastor quando perde uma de suas cem ovelhas, poderia apenas "fazer as contas de um bom comerciante" e estimar como uma perda não muito ruim para o orçamento... Mas Deus tendo um “coração de pastor" sai para procurar sua ovelha até que a encontra e lhe faz “uma festa, sente-se alegre".
A Igreja sente a "alegria de sair para procurar os irmãos e irmãs que estão longe" e, agindo assim, "torna-se mãe, torna-se fecunda."
Quando a Igreja não "sai", a Igreja "se fecha em si mesma", mesmo sendo "bem organizada", com um "organograma perfeito", corre o risco de perder a "alegria", a "festa", a "paz"; torna-se uma "Igreja sem esperança, ansiosa, triste", uma Igreja mais "solteirona" do que mãe, uma Igreja "museu", que "não serve".
"A alegria da Igreja é dar à luz - continuou o Papa- a alegria da Igreja é sair de si mesma para dar vida; a alegria da Igreja é andar à procura daquelas ovelhas que se perderam: a alegria da Igreja é precisamente aquela ternura de pastor, a ternura da mãe".
A passagem de Isaías retoma a imagem do "um pastor que alimenta seu rebanho e com os braços o reúne”: “Alegria da Igreja é sair de si mesma tornar-se fecunda”.
Em sua invocação final, o Santo Padre pediu ao Senhor que nos dê a graça de "ser cristãos alegres na fecundidade da mãe Igreja" e não "cristãos tristes, impacientes, sem esperança, ansiosos", que tem tudo perfeito, mas não tem "filhos".
“Que o Senhor nos console com a consolação da ternura de Jesus e a sua misericórdia no perdão dos nossos pecados”, concluiu Francisco.
Fonte: Zenit.
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
"Maria concebeu primeiro a fé e depois o Senhor"
Queridos irmãos e irmãs, bom dia! Boa Festa!
A mensagem da festa de hoje da Imaculada Conceição da Virgem Maria pode se resumir com estas palavras: tudo é dom gratuito de Deus, tudo é graça, tudo é dom do seu amor por nós. O Anjo Gabriel chama Maria “cheia de graça” (Lc 1, 28): nela não há espaço para o pecado, porque Deus a escolheu desde sempre mãe de Jesus e a preservou da culpa original. E Maria corresponde à graça e se abandona dizendo ao Anjo: “Faça-se em mim segundo a tua palavra” (v. 38). Não diz: “Eu farei segundo a tua palavra”: não! Mas: “Faça-se em mim…”. E o Verbo se fez carne em seu ventre. Também a nós é pedido escutar Deus que nos fala e acolher a sua vontade; segundo a lógica evangélica, nada é mais eficaz e fecundo que escutar e acolher a Palavra do Senhor, que vem do Evangelho, da Bíblia. O Senhor nos fala sempre!
A atitude de Maria de Nazaré nos mostra que “ser” vem antes do “fazer” e que é preciso “deixar fazer” a Deus para “ser” verdadeiramente como Ele nos quer. É Ele que faz em nós tantas maravilhas. Maria é receptiva, mas não passiva. Como, a nível físico, recebe o poder do Espírito Santo mas depois doa carne e sangue ao Filho de Deus que se forma nela, assim, no plano espiritual, acolhe a graça e corresponde a essa com a fé. Por isso Santo Agostinho afirma que a Virgem “concebeu antes no coração que no ventre” (Discurso, 215, 4). Concebeu primeiro a fé e depois o Senhor. Este mistério do acolhimento da graça, que em Maria, por um privilégio único, era sem obstáculo do pecado, é uma possibilidade para todos. São Paulo, de fato, abre a sua Carta aos Efésios com estas palavras de louvor: “Bendito Deus, Pai do Senhor nosso Jesus Cristo, que nos abençoou com toda benção espiritual nos céus em Cristo” (1, 3). Como Maria é saudada por santa Isabel como “bendita entre as mulheres” (Lc 1, 42), assim também nós sempre fomos “benditos”, isso é, amados e por isso “escolhidos antes da criação do mundo para sermos santos e imaculados” (Ef 1, 4). Maria foi preservada, enquanto nós fomos salvos graças ao Batismo e à fé. Todos, porém, seja ela sejamos nós, por meio de Cristo, “em louvor do esplendor da sua graça” (v. 6), aquela graça de que a Imaculada foi preenchida em plenitude.
Diante do amor, diante da misericórdia, da graça divina derramada nos nossos corações, a consequência que se impõe é uma só: a gratuidade. Nenhum de nós pode comprar a salvação! A salvação é um dom gratuito do Senhor, um dom gratuito de Deus que vem em nós e mora em nós. Como recebemos gratuitamente, assim gratuitamente somos chamados a dar (cfr Mt 10, 8); a exemplo de Maria que, logo depois de ter acolhido o anúncio do Anjo, vai partilhar o dom da fecundidade com a parente Isabel. Porque, se tudo nos foi doado, tudo deve ser dado de volta. De que modo? Deixando que o Espírito Santo faça de nós um dom para os outros. O Espírito é dom para nós e nós, com a força do Espírito, devemos ser dom para os outros e deixar que o Espírito Santo nos faça nos tornarmos instrumentos de acolhimento, instrumentos de reconciliação, instrumentos de perdão. Se a nossa existência se deixa transformar pela graça do Senhor, porque a graça do Senhor nos transforma, não poderemos reter para nós a luz que vem da sua face, mas a deixaremos passar para que ilumine os outros. Aprendamos de Maria, que teve constantemente o olhar fixo sobre o Filho e a sua face se tornou “a face que a Cristo mais se assemelha” (Dante, Paraíso, XXXII, 87). E a ela nos dirijamos agora com a oração que recorda o anúncio do Anjo.
Fonte: Zenit.
A atitude de Maria de Nazaré nos mostra que “ser” vem antes do “fazer” e que é preciso “deixar fazer” a Deus para “ser” verdadeiramente como Ele nos quer. É Ele que faz em nós tantas maravilhas. Maria é receptiva, mas não passiva. Como, a nível físico, recebe o poder do Espírito Santo mas depois doa carne e sangue ao Filho de Deus que se forma nela, assim, no plano espiritual, acolhe a graça e corresponde a essa com a fé. Por isso Santo Agostinho afirma que a Virgem “concebeu antes no coração que no ventre” (Discurso, 215, 4). Concebeu primeiro a fé e depois o Senhor. Este mistério do acolhimento da graça, que em Maria, por um privilégio único, era sem obstáculo do pecado, é uma possibilidade para todos. São Paulo, de fato, abre a sua Carta aos Efésios com estas palavras de louvor: “Bendito Deus, Pai do Senhor nosso Jesus Cristo, que nos abençoou com toda benção espiritual nos céus em Cristo” (1, 3). Como Maria é saudada por santa Isabel como “bendita entre as mulheres” (Lc 1, 42), assim também nós sempre fomos “benditos”, isso é, amados e por isso “escolhidos antes da criação do mundo para sermos santos e imaculados” (Ef 1, 4). Maria foi preservada, enquanto nós fomos salvos graças ao Batismo e à fé. Todos, porém, seja ela sejamos nós, por meio de Cristo, “em louvor do esplendor da sua graça” (v. 6), aquela graça de que a Imaculada foi preenchida em plenitude.
Diante do amor, diante da misericórdia, da graça divina derramada nos nossos corações, a consequência que se impõe é uma só: a gratuidade. Nenhum de nós pode comprar a salvação! A salvação é um dom gratuito do Senhor, um dom gratuito de Deus que vem em nós e mora em nós. Como recebemos gratuitamente, assim gratuitamente somos chamados a dar (cfr Mt 10, 8); a exemplo de Maria que, logo depois de ter acolhido o anúncio do Anjo, vai partilhar o dom da fecundidade com a parente Isabel. Porque, se tudo nos foi doado, tudo deve ser dado de volta. De que modo? Deixando que o Espírito Santo faça de nós um dom para os outros. O Espírito é dom para nós e nós, com a força do Espírito, devemos ser dom para os outros e deixar que o Espírito Santo nos faça nos tornarmos instrumentos de acolhimento, instrumentos de reconciliação, instrumentos de perdão. Se a nossa existência se deixa transformar pela graça do Senhor, porque a graça do Senhor nos transforma, não poderemos reter para nós a luz que vem da sua face, mas a deixaremos passar para que ilumine os outros. Aprendamos de Maria, que teve constantemente o olhar fixo sobre o Filho e a sua face se tornou “a face que a Cristo mais se assemelha” (Dante, Paraíso, XXXII, 87). E a ela nos dirijamos agora com a oração que recorda o anúncio do Anjo.
Fonte: Zenit.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Processo de beatificação do padre Júlio Maria começa em janeiro em BH
A Arquidiocese de Belo Horizonte dará início em janeiro do próximo ano ao processo de beatificação do padre Júlio Maria de Lombaerde (1878-1944). Nascido na Bélgica, ele passou os últimos 16 anos de sua vida em Minas Gerais, onde se dedicou à criação de escolas, hospitais, asilos e congregações. A autorização para o processo foi dada pelo Vaticano em janeiro do ano passado.
A abertura do processo será realizada no dia 24, às 20h, na Matriz do Bom Jesus. No dia 25, domingo, será celebrada uma missa de ação de graças também na Igreja Matriz de Manhumirim. Durante o processo, as comissões deverão levantar dados sobre a santidade do candidato, suas ações e pregações. Após esse trabalho, os documentos serão enviados a Roma, dando início à próxima fase. Caso os documentos sejam aprovados, será necessária a comprovação de dois milagres, sendo uma para beatificação e outro para a canonização.
Entre os dias 22 e 24 de janeiro será realizado ainda um simpósio com palestras e oficinas sobre temáticas relacionadas à vida e obra do padre Júlio Maria.
No passado, as congregações fundadas pelo padre, Missionários de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento (Missionários Sacramentinos), Filhas do Coração Imaculado de Maria (Irmãs Cordimarianas) e Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora, decidiram se mobilizar para o processo de beatificação.
Falecido em 1944, vítima de um acidente de trânsito quando viajava da cidade Alto Jequitibá para Manhumirim, o exemplo do padre cativou vários devotos e atualmente, são vários os relatos de graças e milagres alcançados sob sua intercessão em Caparaó, Manhumirim e Carangola, cidades da região onde o religioso atuava.
Padre Júlio Maria foi escritor, professor, médico e farmacêutico. Fundou escolas e bandas de música para jovens. Em Manhumirim ele construiu o Ginásio Pio XI, o Colégio Santa Teresinha, o Patronato Agrícola Santa Maria, Asilo São Vicente de Paulo e o Hospital São Vicente, hoje chamado Hospital Padre Júlio Maria, conforme os sacramentinos.
Fonte: Arquidiocese de Belo Horizonte.
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